Na região Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, teve início a campanha de produção e comercialização da curgete. Verificou-se uma subida da cotação da cenoura à saída de produção (SP) categoria II calibre >20 saco de 82%, motivada por uma diminuição da oferta associada a um aumento da procura. Também se registaram subidas das cotações da batata primor/nova branca SP grado/médio saco em 11%, devido a uma diminuição da oferta, e cebola temporã SP II >20 saco 11% impulsionada por um aumento da procura. Por outro lado, uma maior oferta fez desvalorizar as cotações da alface lisa estufa SP II >100 caixa em 29%, couve “Repolho Tipo Coração” SP II >350 caixa 26%, alface frisada estufa SP II >100 caixa 20%, alho francês SP II >20 caixa 14% e espinafre SP II molho 12%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, reentrou em mercado o alho francês com transações discretas. Verificou-se uma descida da cotação da alface frisada estufa SP II >100 caixa de 13%, devido a uma maior oferta.
Na área de mercado Viseu, o aumento dos custos de transporte já se fez sentir, refletindo-se numa subida das cotações da batata conservação branca/vermelha SP grado/médio saco de 33%.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização dos produtos hortícolas realiza-se em leilão. Teve início a campanha de produção e comercialização da cebola temporã e ervilha “Vagem comestível”. Verificou-se um aumento da procura, que associado a uma oferta quase nula, mas de melhor qualidade, levou a uma valorização das cotações, acentuada no caso da couve “Brócolos” SP não calibrada palote de 83%, tomate “Coração de Boi” SP grado caixa 31%, “Cherry” SP caixa 19% e “Redondo” SP médio caixa 16%. A cotação do tomate “Cacho” SP caixa valorizou 17%, devido a uma maior procura com oferta média e de melhor qualidade. Registou-se ainda uma subida da cotação do feijão-verde “Largo” SP caixa de 17%, resultado de uma oferta alta, mas de melhor qualidade, associada a uma maior procura. Relativamente às descidas, uma diminuição da procura com oferta média de pior qualidade, levou a uma desvalorização das cotações do nabo com rama SP caixa de 67%, couve “Lombardo” SP II não calibrada caixa 57%, pepino SP não calibrado caixa 45% e couve “Repolho Tipo Coração” SP não calibrada caixa 35%. Ainda uma menor procura, associada a uma oferta quase nula e de pior qualidade, resultou numa desvalorização das cotações da alface frisada II SP não calibrada caixa de 39%, lisa estufa SP >100 caixa 31%, fava SP caixa 23% e alho francês SP não calibrado caixa 21%. Descida também da cotação da curgete SP não calibrada caixa de 46%, devido a uma redução da procura com oferta alta de pior qualidade. Por fim, descida ainda da cotação do espinafre SP caixa de 23%, resultado de uma procura menor e oferta quase nula.
No Alentejo, área de mercado Odemira, verificou-se uma diminuição da oferta de batata-doce SP grado/médio saco 20 kg, o que levou a uma subida da cotação de 13%.
No Algarve, teve início a campanha de produção e comercialização da fava e do feijão-verde “Achatado Direito” estufa.
















































