Conclusões do debate Francês sobre os Estados Gerais da Alimentação

Conclusões do debate Francês sobre os Estados Gerais da Alimentação

França lançou um processo de consulta e diálogo com a Sociedade Civil chamado os Estados Gerais da Alimentação. Um dos temas visados foi relançar a criação de valor na cadeia e assegurar um reequilíbrio mais justo. Outro tema tratado foi como permitir aos agricultores viver dignamente do seu trabalho e de preços justos. As conclusões do debate trazem propostas concretas, como o incremento de 10% no cálculo do valor com prejuízo para incluir custos da venda do produto no retalho.

→Descarregue aqui as conclusões←

Comente este artigo
Anterior A quoi ont servi les États généraux de l'alimentation?
Próximo Animais apresentados para leilão 01/2018

Artigos relacionados

Últimas

Regime de produção, certificação e comercialização de sementes tem novas regras

[Fonte: Agricultura e Mar]
A produção, controlo, certificação e a comercialização de sementes de espécies agrícolas e de espécies hortícolas, tem nova regulamentação. É o resultado da transposição de Directivas Comunitárias.
Decreto-Lei n.º 42/2017 explica que, recentemente, novos princípios directores foram estabelecidos pelo Instituto Comunitário das Variedades Vegetais e pela União Internacional para a Protecção das Obtenções Vegetais, […]

Nacional

A culpa não é do eucalipto, mas da falta de gestão florestal – investigador

[Fonte: Correio da Manhã]
O investigador Ernesto de Deus considera que o eucalipto não tem “culpa” nos incêndios, atribuindo a responsabilidade à falta de gestão e plantação desregulada, considerando que vai continuar “a reinar a livre iniciativa” face às insuficiências da reforma. […]

Últimas

A fórmula certa para recuperar solos pobres foi criada por portugueses

[Fonte: Público]
Vinte variedades de plantas dão nova vida a solos.
As Pastagens Semeadas Biodiversas sugam mais dióxido de carbono do ar, enriquecem a terra e alimentam o gado. Projecto ganhou prémio europeu ambiental.
Os agricultores precisam de ver para crer, diz-nos Tiago Domingos. […]