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– 01-08-2004 |
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Com�rcio : Acordo na OMC � "momento hist�rico" para a organiza��o
Genebra, 01 Ago "� um momento hist�rico para a nossa organiza��o", defendeu Supachai, sublinhando as consequ�ncias positivas do acordo para as popula��es mais pobres do planeta. "Os agricultores teráo mais oportunidades para escoar os seus produtos nos mercados internacionais. Com a eliminação das subven��es nas exporta��es, os seus benef�cios seráo mais elevados", prosseguiu. Ainda segundo Supachai, o multilateralismo conseguiu hoje um "pequeno triunfo" depois dos 147 países membros da OMC terem decidido estabelecer uma linha de ac��o para as negocia��es do ciclo iniciado em Doha no fim de 2001. "No dia em que concluirmos o ciclo de Doha conseguiremos um grande triunfo", sublinhou o respons�vel da OMC. Supachai destacou igualmente o facto do acordo sobre a abertura das barreiras alfandeg�rias �s importa��es industriais permitir "criar empregos", enquanto as negocia��es sobre os serviços se v�o traduzir em investimentos nos países em desenvolvimento. O comissário europeu do Com�rcio, Pascal Lamy, congratulou-se com o facto das negocia��es terem voltado a "encarrilar" depois do fracasso de Cancun, em Setembro de 2003, que ficou a dever-se � "falta de coordena��o das equipas de t�cnicos". Lamy considerou que o acordo "� bom para a União Europeia, mas Também para os países em vias de desenvolvimento" e destacou, entre outras notas positivas, o facto de ter sido agendada para Maio de 2005 "uma nova ronda de negocia��es sobre o com�rcio de serviços". O acordo � uma "prova de que o sistema multilateral de com�rcio está bem vivo, depois de um período de d�vidas", afirmou o comissário europeu que chegou a declarar o processo como moribundo, depois que aconteceu em Cancun. Por seu lado, o comissário europeu para agricultura, Franz Fischler, considerou que o acordo alcan�ado constitui "um bom compromisso" para os agricultores europeus. "� um bom compromisso para os nossos agricultores. D�-nos segurança para o futuro e perspectivas claras e estáveis", referiu Fischler, sublinhando que era "necess�rio fazer concess�es" e mostrando-se satisfeito pelo facto do acordo "não ir além da reforma" da pol�tica agr�cola comum, aprovada h� um ano. Fischler destacou que as ajudas ao nível. da produ��o não podem ser colocadas em causa, que os apoios ligados �s limita��es de produ��o não podem superar os cinco por cento do valor da produ��o agr�cola dos países membros e que as outras pot�ncias estar�o submetidas �s mesmas regras. J� o representante norte-americano para o Com�rcio, Robert Zoellick, considerou que com o acordo conseguido hoje os 147 membros da OMC "colocaram as negocia��es comerciais multilaterais nos eixos". "O acordo hoje conclu�do � um passo decisivo para o com�rcio mundial. Ap�s a ronda de Cancun (que se saldou num fracasso), conseguimos colocar as negocia��es nos eixos", indicou. "Estabelecemos uma carta indicando o caminho a seguir. A partir de agora negociaremos os limites de velocidade dizendo como e qual o ritmo a que vamos eliminar as barreiras alfandeg�rias", acrescentou o respons�vel norte-americano. "Hoje, 147 países fizeram com que 2004 seja um ano produtivo para o ciclo de negocia��es de Doha. Ainda h� muito a fazer, mas este acordo � um marco. Cheg�mos a acordo para aplicar uma reforma hist�rica no com�rcio agr�cola mundial e definimos o caminho para abrir os mercados para os produtos industriais", explicou. "Decidimos intensificar as negocia��es para abrir os mercados dos serviços, que representam hoje mais de metade da economia da maior parte dos países, e lan��mos negocia��es para simplificar os processos que v�o permitir reduzir os custos de venda em cerca de 15 por cento em certos países", concluiu.
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