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– 01-05-2012 |
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Alqueva: Passos Coelho compromete-se com fim das obras em 2015
O primeiro-ministro assumiu ontem o compromisso do Governo de concluir as obras do Alqueva em 2015, defendendo que o projecto � "essencial" para promover o regadio e outras actividades "essenciais � recupera��o econ�mica" do Alentejo e do Pa�s. Devido � situa��o econ�mica e financeira do país, os investimentos "não puderam ocorrer como planeado" e o Governo teve que "fazer a reprograma��o do investimento do Alqueva" e, "por essa raz�o, em vez de o próximo ano ser o ano de refer�ncia para a conclusão das obras, esse ano está referenciado para 2015", disse Pedro Passos Coelho. O chefe do Governo falava aos jornalistas em Beja, durante uma visita � Ovibeja, onde, entre beijos e apertos de m�o a visitantes da feira, provou vinhos, azeites e presunto da regi�o e ouviu modas alentejanas, tendo, inclusive, cantado uma delas. Questionado pelos jornalistas sobre se a conclusão do projecto global do Alqueva em 2015 � um compromisso do Governo, Pedro Passos Coelho respondeu: "Foi o compromisso que n�s assumimos, não � verdade?". Segundo Pedro Passos Coelho, "a afecta��o dos recursos necess�rios, quer por via do POVT [Programa Operacional Valoriza��o do Território], quer por via do PRODER [Programa de Desenvolvimento Rural], estáo assegurados". Por isso, "independentemente" de o Governo conseguir ou não "encontrar forma de os fundos de coesão poderem vir ser drenados para esta obra t�o importante, a verdade � que ela está assegurada", garantiu. "E, portanto, conseguiremos levar a �gua do Alqueva a mais utilizadores, em particular através da extensão da sua rede secund�ria e Também através de contratos de abastecimento com outras entidades que garantam Também receitas pr�prias que possam ser reinvestidas no projecto", disse. Pedro Passos Coelho disse que o Governo está "convencido" de que o Alqueva "será bem-sucedido e � determinante" para que as culturas de regadio possam "progredir, como tem vindo a conhecer", mas Também possam ter "uma expansão ainda mais favor�vel". "O Alqueva não tem nenhum atraso em termos de obras", as quais "estáo a decorrer como o normal", garantiu, insistindo na necessidade que o Governo teve de reprogramar "um conjunto de futuras" empreitadas, que estavam previstas terminar em 2013, porque "não h� recursos financeiros para as concluir dentro desse prazo". Fonte: Lusa
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