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– 07-05-2004 |
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Santar�m / Inc�ndios : C�maras v�o vigiar florestas na charneca ribatejanaSantar�m, 06 Mai Rui Igreja, da Associa��o de Agricultores de Charneca (ACHAR), disse hoje � Agência Lusa que esta � uma das componentes de um projecto patrocinado pela COTEC Portugal, Associa��o Empresarial para a Inovação, que se insere no esfor�o para melhorar o sistema de preven��o de inc�ndios na área dos concelhos abrangidos pela associa��o. Segundo disse, as c�maras de vigil�ncia, ligadas ao Centro Distrital de Opera��es de Socorro (CDOS), permitiráo visualizar quase 70 por cento dos 80.000 hectares de área florestal abrangida, captando imagens das zonas mais importantes. Sublinhando que se trata de uma zona onde a floresta j� era ordenada e j� existiam medidas de preven��o, Rui Igreja adiantou que, face ao que aconteceu em 2003, a associa��o entendeu, a par do projecto com a COTEC, refor�ar o seu pr�prio sistema de vigil�ncia e preven��o. Nesse sentido, foi adquirido um sistema de r�dio pr�prio, aumentados os pontos de vigil�ncia fixa e adquiridas mais viaturas com �kits� de combate a inc�ndios, afirmou. Por outro lado, a área abrangida pela ACHAR foi dividida em sete zonas, com meios concentrados em cada uma delas e uma coordena��o comum. A área está ainda a ser alvo de um estudo patrocinado pela Funda��o Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), que visa testar m�todos que minimizem a erosão em terrenos afectados pelos inc�ndios. O projecto, que está a ser desenvolvido desde Novembro em parcelas de demonstra��o de cerca de 40 hectares cada, distribu�das por várias explora��es afectadas pelos inc�ndios, conta ainda com os apoios do Ministério da Agricultura, Instituto Superior de Agronomia, C�mara Municipal e da pr�pria ACHAR. Segundo Rui Igreja, nessas parcelas foram criadas faixas de vegeta��o em curva de nível., para aumentar o atrito e diminuir a velocidade da �gua, e semeadas culturas de cobertura do solo de forma a minimizar o impacto das chuvas nos solos que ficaram desprotegidos. Por outro lado, foi tido especial cuidado nos "trabalhos de corte da madeira queimada, principalmente ao nível. da movimenta��o de equipamentos pesados e arrastamento dos toros cortados, de modo a evitar configura��es de sulcos que promovam um maior escoamento da �gua", disse. Frisando que são ac��es sem efeito imediato, Rui Igreja afirmou que se tratam de medidas "sempre muito caras", o que por vezes as torna "impratic�veis".
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