O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste voltou a subir 1,34 euros, fixando-se nos 255,56 euros, informou hoje a associação de defesa do consumidor.
Depois de ter subido 0,11 euros na semana anterior (254,22 euros), “o cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, volta a aumentar esta semana, atingindo os 255,56 euros, o que representa um aumento de 1,34 euros face à semana anterior”, lê-se na informação divulgada.
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Entre 30 de setembro e 07 de outubro, os cereais integrais registaram um aumento de 29% para 4,54 euros, as ervilhas ultracongeladas subiram 11% para os 3,94 euros e a polpa de tomate registou um acréscimo de 10% para os 1,44 euros, os produtos com maiores aumentos de preços.
No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 13,74 euros (menos 5,68%).
Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 13,42 euros (menos 5,54%).
Já no início de 2022, era possível gastar menos 67,86 euros (uma diferença de 36,15%).
Em relação ao ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o carapau (42% custando atualmente 5,57 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (29% custando atualmente 20,73 euros por quilograma), e o tomate chucha (26% o que se reflete num custo de 2,63 euros por quilograma).
Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (110% para 12,25 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (96% para 20,73 euros por quilograma) e a couve-coração (86% para 1,85 euros).














































