Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, verificou-se uma diminuição da oferta, que resultou na valorização das cotações do espinafre à saída de produção (SP) categoria II, e da nabiça SP, ambos em molho, de 27%, da batata de conservação branca SP de calibre grado/médio, em saco, da beringela “Alongada” SP I calibre >40, em caixa, e da couve “Brócolos” SP II não calibrada, em caixa, todas com uma valorização de 20% e do feijão-verde “Achatado direito” estufa SP II, em caixa, de 10%. Por outro lado, o aumento da oferta, provocou a descida das cotações da cenoura SP II >20, em saco, de 25%, da couve “Penca” SP II não calibrada e do feijão-verde “Riscadinho” SP II, ambos em caixa, de 20%, da alface lisa de ar livre SP II >150 e da alface lisa estufa SP II >100, ambas em caixa, de 17%, do pepino estufa SP II calibre >250 e do tomate “Cacho” estufa SP II calibre 67-81, ambos em caixa, de 13%, e por fim do tomate “Cereja” estufa SP I não calibrado, também em caixa, de 10%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, registou-se uma diminuição da oferta, associada à saída de produtos para Espanha, o que levou à subida das cotações do tomate “Alongado” estufa SP II calibre 47-56 e do tomate “Cacho” estufa SE I não calibrado, ambos em caixa, de 50%, do tomate “Coração de boi” SP grado, em caixa, de 13%, do pimento verde estufa SP II >50, em caixa, de 25%, da couve “Repolho Tipo Coração” SP II > 350, em caixa, de 22%, da “Galega” SP I não calibrada, em caixa, de 20% e da “Lombardo” SP II não calibrada, em caixa, de 18%, da alface frisada estufa SP II >100, em caixa, de 14% e do pimento
vermelho estufa SP II >50, em caixa, de 10%. Os sucessivos aumentos do preço dos combustíveis, contribuíram para a subida das cotações da batata de conservação branca SP, de calibre grado/médio, em saco, de 14%, e da batata de conservação vermelha SP, de calibre grado/médio, também em saco, de 11%.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Verificou-se uma subida das cotações do tomate “Cherry” SP, em caixa, de 38%, do tomate “Chucha” SP médio, em caixa, de 30%, da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, de 27% e da beringela SP não calibrada, em caixa, de 21%, devido ao aumento da procura, associado a uma oferta reduzida e de melhor qualidade face à semana anterior. Também o aumento da procura, associado a uma maior oferta de produto de melhor qualidade, levou à valorização das cotações do pepino SP não calibrado e do tomate “Coração de boi” SP, calibre grado, ambos em caixa, de 16% e de 22%, respetivamente. Registou-se ainda uma subida de 13% da cotação do feijão-verde “Douradinho” SP, em caixa, devido à maior procura e oferta quase nula de produto de melhor qualidade. Relativamente às descidas, registou-se uma redução da procura, associada a uma oferta baixa e de pior qualidade, que levou à descida de 36% da cotação do nabo com rama SP, em caixa. As cotações também desceram para a curgete SP não calibrada, em caixa, em 29%, para a couve-flor SP não calibrada, em caixa, em 23%, para o tomate “Redondo maduro” SP grado, em caixa, em 17% e para a couve “Brócolos” SP não calibrada, em palote, em 14%, devido à menor procura, associada a uma oferta média e de qualidade inferior. A redução da procura, associada a uma oferta elevada, de qualidade inferior, levou ainda à desvalorização das cotações do tomate “Cacho” SP, em caixa, de 28% e do tomate “Redondo” SP médio, também em caixa, de 21%. Por fim, registou-se uma descida de 14% da cotação do feijão-verde “Largo” SP, em caixa, e de 12% da batata-doce SP não calibrada, em caixa, devido a uma menor procura e ligeiro aumento da oferta.
Na área de mercado Ribatejo, registou-se uma subida de 13%, da cotação da cenoura SE II calibre > 20, em saco, devido a um aumento da procura.

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Cotações – Produtos Hortícolas – 14 a 20 de setembro de 2026














































