Portugal defende que o próximo orçamento da União Europeia (UE) deve reforçar a Política Agrícola Comum (PAC), a Política de Coesão e a valorização das regiões ultraperiféricas. A posição foi assumida pelo Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, no âmbito de uma carta conjunta subscrita por Portugal e por mais 16 Estados-Membros.
Segundo o Governo, a carta apela a uma Europa “mais forte, mais coesa, mais próspera e mais unida”, num momento em que decorre o debate sobre as prioridades do próximo orçamento europeu.
Luís Montenegro defendeu que a negociação orçamental da União Europeia deve refletir escolhas políticas e não apenas critérios financeiros. “O debate sobre o próximo orçamento da União Europeia não é um exercício contabilístico. É o espelho da nossa ambição para a Europa e a tradução das nossas escolhas políticas”, afirmou.
Para o Primeiro-Ministro, a Política de Coesão, a Política Agrícola Comum e a valorização das regiões ultraperiféricas devem assumir-se como prioridades no próximo quadro financeiro europeu.
De acordo com o responsável, estas áreas são relevantes para Portugal e para as gerações futuras. A posição portuguesa surge alinhada com outros Estados-Membros que subscreveram a carta conjunta sobre as prioridades para o próximo orçamento da UE.
O artigo foi publicado originalmente em Vida Rural.














































