Marca apresentou em Guimarães as soluções STIHL ALLPRO e juntou profissionais de diferentes setores para discutir os desafios concretos da transição para equipamentos a bateria.
A STIHL Portugal participou, nos dias 8 e 9 de setembro, no 8.º Encontro da Limpeza Urbana (ENLU), em Guimarães, Capital Verde Europeia 2026, onde colocou em debate uma questão cada vez mais presente nas operações profissionais: até que ponto a eletrificação está já preparada para responder às exigências reais do terreno?
Ao longo dos dois dias, a participação da marca combinou a apresentação das soluções STIHL ALLPRO, desenvolvidas para utilização profissional, com a partilha de conhecimento e experiências sobre a evolução da tecnologia a bateria e a sua integração nas operações.
No primeiro dia, Miguel Ferreira, responsável pela Formação na STIHL Portugal, apresentou a STIHL ALLPRO e a evolução das soluções a bateria da marca, enquadrando o desenvolvimento tecnológico nas exigências concretas do trabalho profissional, onde fatores como autonomia, desempenho, disponibilidade dos equipamentos e continuidade da operação são determinantes.
No segundo dia, a STIHL levou a discussão mais longe com a mesa-redonda “Eletrificação: promessa cumprida?”, moderada por Miguel Ferreira e que contou com a participação de José Luís Carvalho, da The Navigator Company, Nuno Fernandes, da Like Garden, e Juvenal Martins, Diretor da STIHL Portugal.
A sessão partiu de uma pergunta simples, mas determinante: as expectativas criadas pela eletrificação — em matéria de desempenho, redução de ruído, manutenção e organização do trabalho — correspondem já à realidade das operações profissionais?
Mais do que apresentar a bateria como uma solução universal, o debate permitiu confrontar diferentes experiências no terreno e identificar onde a eletrificação já responde plenamente às necessidades dos profissionais, onde a transição está em curso e onde persistem desafios.
Entre as principais conclusões esteve a necessidade de olhar para a eletrificação para além da própria máquina. Autonomia e carregamento continuam a ser fatores particularmente relevantes em operações afastadas de infraestruturas energéticas, enquanto noutros contextos profissionais os equipamentos a bateria estão já plenamente integrados nas rotinas de trabalho. Formação dos operadores, adaptação dos processos, logística de carregamento e planeamento das operações foram igualmente identificados como fatores decisivos para uma transição eficaz.
É precisamente esta visão que esteve na origem da mensagem central da sessão promovida pela STIHL: “A transição para bateria não começa na máquina. Começa na operação.”
Para a STIHL, a eletrificação do trabalho profissional não passa apenas pelo desenvolvimento de equipamentos com maior autonomia e desempenho. Implica compreender como são utilizados, durante quanto tempo, em que condições e com que necessidades de carregamento e logística, de forma a encontrar a solução mais eficiente para cada operação.
Com a participação no 8.º ENLU, a STIHL reforçou assim a sua aposta na eletrificação profissional e procurou contribuir para uma discussão aberta e pragmática com municípios, empresas e profissionais sobre as condições necessárias para acelerar a integração de soluções a bateria no trabalho quotidiano.
Fonte: STIHL















































