750 mil euros para projetos de conservação: candidaturas até 27 de julho

750 mil euros para projetos de conservação: candidaturas até 27 de julho

Organizações Não Governamentais de Ambiente, Associações de Municípios, Comunidades Intermunicipais e Instituições de Ensino Superior podem beneficiar de apoio para projetos de conservação e que melhorem o conhecimento sobre conservação, a implementar na Rede Nacional de Áreas Protegidas e também em contexto urbano.

A melhoria do conhecimento e do estado de conservação do património natural é o objetivo do apoio disponibilizado pelo Fundo Ambiental, que vai financiar, até um máximo individual de 80 mil euros (ou 95% do total de despesas elegíveis), projetos de conservação a desenvolver em território nacional até final do presente ano de 2020.

O objetivo deste financiamento é “contribuir para travar a perda da biodiversidade nacional, aprofundando a sua conservação e utilização sustentável e promovendo a respetiva valorização, apropriação e reconhecimento por todos os agentes e pela sociedade”. As candidaturas terminam já a 27 de julho (Registo para Candidatura).

Apenas três tipos de entidades podem propor-se a estes apoios: Organizações Não Governamentais de Ambiente; Associações de Municípios e Comunidades Intermunicipais e Instituições de Ensino Superior. Os projetos a candidatar têm, segundo o anúncio do Fundo Ambiental, de corresponder a uma de três vertentes temáticas:

1. Projetos de conservação e gestão do património natural em áreas da Rede Nacional de Áreas Protegidas e/ou da Rede Natura 2000, orientados para os objetivos que estiveram na base de classificação dessas áreas e para os fatores de pressão e ameaça suscetíveis de comprometer a prossecução desses objetivos;

2. Projetos de gestão ativa de valores naturais e que venham colmatar lacunas de conhecimento, designadamente sobre espécies e habitats protegidos, tendo em vista a melhoria do seu estado de conservação e tendências populacionais, redução dos fatores de pressão e ameaça, recuperação estrutural e funcional de habitats e de espécies, e valorização do território em que se inserem esses valores naturais;

3. Projetos de conservação da natureza e da biodiversidade em contexto urbano.

Consulte aqui mais informação.

O artigo foi publicado originalmente em Florestas.pt.

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