Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    “Mentirosos, cobardes e radicais”. Ministro acusa dirigentes do ICNF

    Créditos: Jorge Oliveira

    PS pede audição de ministro da Agricultura por “pressão ilegítima” sobre entidades ambientais

    vinho

    Região vitivinícola do Távora-Varosa aumenta vendas em 10% apesar de quebra na produção

    Estradas inundadas na zona da Bacia do Tejo ativam Plano Especial de Emergência para Cheias

    Créditos: Jorge Oliveira/Ministério da Agricultura e Pescas

    Ministro chama “mentirosos, cobardes e radicais” a dirigentes (poucos) do ICNF

    confagri logo

    Comissão Europeia está empenhada em destruir o Setor Agroalimentar

    InnovPlantProtect lança novo website no ano em que assinala 7 anos de atividade

    As queixas dos agricultores e o alívio nos bolsos. O acordo UE-Mercosul em debate

    Créditos: Jorge Oliveira

    Se a lei impede que se aprovem projectos, muda-se a lei, diz ministro da Agricultura ao ICNF

  • Opinião
    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

    Ines Marques Lopes

    Agribusiness: entre a profissionalização, o investimento e a sustentabilidade

    Biodiversidade da videira

    A doença do Fogo Bacteriano na pereira Rocha já destruiu 31% da produção nacional

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    La almendra ecológica acumula las mayores subidas

    24/01/2026

    Aceite de oliva: se imponen las bajadas en los precios en origen

    24/01/2026

    Baladi: Às Comunidades Locais e Baldios de Portugal

    23/01/2026

    Relatório semanal de acompanhamento dos mercados do setor da agricultura – 12 a 18 de janeiro de 2025

    23/01/2026

    Acordo Mercosul: «Há sempre o risco de não ser aprovado (…) É positivo para Portugal e a nossa agricultura»

    23/01/2026

    Cotações – Suínos – 12 a 18 de janeiro de 2025

    23/01/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    “Mentirosos, cobardes e radicais”. Ministro acusa dirigentes do ICNF

    Créditos: Jorge Oliveira

    PS pede audição de ministro da Agricultura por “pressão ilegítima” sobre entidades ambientais

    vinho

    Região vitivinícola do Távora-Varosa aumenta vendas em 10% apesar de quebra na produção

    Estradas inundadas na zona da Bacia do Tejo ativam Plano Especial de Emergência para Cheias

    Créditos: Jorge Oliveira/Ministério da Agricultura e Pescas

    Ministro chama “mentirosos, cobardes e radicais” a dirigentes (poucos) do ICNF

    confagri logo

    Comissão Europeia está empenhada em destruir o Setor Agroalimentar

    InnovPlantProtect lança novo website no ano em que assinala 7 anos de atividade

    As queixas dos agricultores e o alívio nos bolsos. O acordo UE-Mercosul em debate

    Créditos: Jorge Oliveira

    Se a lei impede que se aprovem projectos, muda-se a lei, diz ministro da Agricultura ao ICNF

  • Opinião
    Francisco Avillez

    A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

    Filipe Corrêa Figueira

    Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

    Sinais dos tempos. Notas sobre a PAC e o Acordo UE-Mercosul

    Douro: não há excesso de produção, há excesso de oferta

    António Covas

    A inteligência coletiva territorial da 2ª ruralidade – As áreas de baixa densidade (ABD)

    Jaime Piçarra

    O que marcou 2025 e o que esperar para 2026

    Ines Marques Lopes

    Agribusiness: entre a profissionalização, o investimento e a sustentabilidade

    Biodiversidade da videira

    A doença do Fogo Bacteriano na pereira Rocha já destruiu 31% da produção nacional

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    La almendra ecológica acumula las mayores subidas

    24/01/2026

    Aceite de oliva: se imponen las bajadas en los precios en origen

    24/01/2026

    Baladi: Às Comunidades Locais e Baldios de Portugal

    23/01/2026

    Relatório semanal de acompanhamento dos mercados do setor da agricultura – 12 a 18 de janeiro de 2025

    23/01/2026

    Acordo Mercosul: «Há sempre o risco de não ser aprovado (…) É positivo para Portugal e a nossa agricultura»

    23/01/2026

    Cotações – Suínos – 12 a 18 de janeiro de 2025

    23/01/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
zero

ZERO assinala cinco áreas preocupantes na reflexão sobre o estado da nação

Ambiente e sustentabilidade devem merecer protagonismo no debate parlamentar de amanhã

por Agroportal
19-07-2023 | 09:10
em Últimas, Comunicados
Tempo De Leitura: 7 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

O debate parlamentar que amanhã tem lugar sobre o estado da nação é um momento importante para pôr em cima da mesa problemas estruturais da sociedade portuguesa, muitos deles ligados a questões ambientais. Em antecipação do debate, a ZERO identifica cinco áreas críticas onde Portugal continua a marcar passo e que, sem alterações profundas nas perspetivas e políticas defendidas, continuarão nessa mesma trajetória, impedindo Portugal de melhorar os seus sindicadores de sustentabilidade.

Clima a aquecer e emissões a crescer

A ZERO elogia o facto de Portugal ter sido dos poucos países que apresentou, dentro do prazo, o seu Plano Nacional de Energia e Clima cujo conteúdo é bastante ambicioso, apesar de algumas metas não estarem ainda alinhadas com o exigido à escala europeia e alguns usos, nomeadamente do hidrogénio verde, serem bastante duvidosos. A divisão nas Secretarias de Estado do Ambiente e da Energia e Clima foi um passo positivo que está a ter resultados. Porém, a regulamentação da Lei de Bases do Clima demorou muito e a sua aplicação está muito atrasada. Mais ainda, os indicadores mais recentes mostram um país em total contramão no que respeita aos objetivos de redução de emissões para 2030 – dados recentes mostram que, em 2022, as dez maiores instalações/empresas poluidoras em termos de gases com efeito de estufa em Portugal aumentaram em 18 por cento as suas emissões. As emissões dos transportes não param de aumentar, com as vendas de combustíveis a aumentarem 10 por cento entre os meses de maio de 2022 e 2023. Ao mesmo tempo, as temperaturas elevadas e a seca em Portugal mostram um país impreparado em termos de infraestruturas e atividades como a habitação ou a agricultura, respetivamente, sem medidas de adaptação em aplicação.

Um país sem planos para um uso eficiente da água

Os efeitos das alterações climáticas, expressos nas reduções significativas da precipitação em Portugal, conduzem a situações de seca severa e extrema cada vez com áreas, frequência e intensidade maiores, principalmente no Alentejo e Algarve. Apesar de alguns investimentos previstos nos planos regionais de eficiência produzidos, estes focam-se maioritariamente em aumentar disponibilidades hídricas para alimentar um consumo crescente de água, continuando a não existir um plano nacional de médio prazo para um uso eficiente da água. Este terá de passar, necessariamente, pelo conhecimento dos usos atuais e dos sistemas aquíferos, pela melhoria da rede de monitorização e pela imposição de limites à expansão do uso em territórios críticos, sobretudo do agronegócio. As soluções de reutilização estão a avançar de forma demasiado lenta, com uma percentagem inferior a dois por cento, e arriscamo-nos a fazer investimentos enormes em dessalinização, com enormes consumos de energia, mesmo que renovável, sem termos uma adequada e estruturante gestão da procura. Na agricultura, os objetivos gerais da nova estratégia nacional para o regadio público já estão definidos sem participação pública efetiva. Prevê-se a continuação do investimento público em projetos desenhados para beneficiar monoculturas em grande extensão e o modelo industrial que se consolida em oligopólios, com novos regadios de grande dimensão previstos e a expansão dos existentes, num reforço nas disponibilidades de água para alimentar a procura. Estamos a sedimentar uma visão da água estritamente mercantil, num setor que é responsável pelo uso de cerca de setenta por cento da água. Também na água para consumo humano, em 76 entidades gestoras, em baixa, com cobertura de gastos deficitária, 60 apresentam elevadas perdas de água (água não faturada).

Uma “mono-agricultura” e uma floresta que continua pouco resiliente

A política agrícola contínua a definir-se ao sabor dos interesses dos mais favorecidos. Prevê-se a continuação dos subsídios para, essencialmente, a grande propriedade rural e o agronegócio, em detrimento da agricultura familiar e da pequena agricultura. É grave a inexistência de uma ponderação dos resultados das políticas dos últimos 20 anos, com o envolvimento da sociedade. As paisagens industriais de monoculturas, a degradação da biodiversidade, da rede hidrográficas e dos solos, a exploração laboral e o contínuo despovoamento são consequências das políticas escolhidas. Urge incorporar uma abordagem agroecológica na definição de políticas.

A floresta de hoje, não é muito diferente da que foi afetada pelos grandes incêndios em 2017, nomeadamente o contínuo de floresta não gerida sem a devida compartimentação e o predomínio da pequena propriedade no centro e norte do país ainda sem soluções adequadas de financiamento público e com um longo caminho a percorrer na sua gestão agrupada. Os problemas estão diagnosticados, há um conjunto de políticas que pretendem alterar o paradigma da paisagem, promovendo uma utilização multifuncional, tornando a floresta mais resiliente aos incêndios. Contudo, é necessário um investimento público para alavancar essa mudança, onde não sejam esquecidos o minifúndio e a remuneração dos serviços de ecossistemas.

Resíduos muito aquém das metas

Na área dos resíduos não se vislumbram ainda as mudanças necessárias para que Portugal consiga mais do que duplicar a sua taxa de reciclagem de resíduos urbanos em menos de 3 anos tendo em vista o cumprimento da meta de reciclar 55% em 2025. O facto de os fundos públicos estarem a ser aplicados mais em função da execução financeira do que dos resultados alcançados não será alheio aos péssimos resultados registados, desde logo porque esta abordagem não favorece a adoção das melhores práticas por parte das entidades gestoras e dos municípios.

Persiste ainda a eterna dificuldade em tirar lições do que correu menos bem ao longo dos quase 30 anos de política nesta área. O atraso na implementação do sistema de depósito para embalagens de bebidas descartáveis, o contínuo adiamento da recolha de proximidade e a dependência de soluções através de ecopontos para promover a recolha seletiva de materiais, incluindo agora a recolha dos biorresíduos, bem como a fraca aposta no uso de ferramentas económicas para modelar comportamentos por parte dos agentes do setor, empresas e cidadãos, são outros fatores a ter em conta para justificar o mau desempenho de Portugal. As falhas na qualidade dos dados e na verificação do reporte feito pelas entidades gestoras de diferentes fluxos de resíduos (por exemplo das embalagens e do equipamento elétrico e eletrónico) é mais um contributo.

A cereja no topo do bolo é mesmo o desinvestimento na prevenção da produção de resíduos com a pouca atenção dada ao cumprimento de obrigações que já existem em lei e a anunciada redução da ambição nesta matéria. São exemplos claros deste desinvestimento o facto do PERSU2030 prever apenas a estagnação da produção e não uma redução efetiva da produção de resíduos e do governo ter assumido à ZERO que irá reduzir a ambição de metas e objetivos de reutilização que existem na legislação portuguesa.

Uma pegada insustentável por resolver

Face ao referido anteriormente, não é surpreendente que a pegada ecológica Portuguesa seja muito superior à desejável. De uma forma mais concreta, se cada pessoa no Planeta vivesse como uma pessoa média portuguesa, a humanidade exigiria cerca de 2,9 planetas para sustentar as suas necessidades de recursos.

De uma forma global o nosso modelo de produção e consumo que suporta o nosso estilo de vida é responsável por este desequilíbrio. O consumo de alimentos (30% da pegada global do país[1]) e a mobilidade (18%) encontram-se entre as atividades humanas diárias que mais contribuem para a Pegada Ecológica de Portugal. Num estudo recente realizado pela ZERO sobre o conceito de Economia do Bem-Estar, ficou bem patente o que ainda nos falta fazer. A circularidade dos materiais em Portugal é de apenas 2,2%, quando a média comunitária está quase nos 13%, isto segundo dados do Eurostat. Na área da mobilidade, apenas 9,7% do consumo final bruto de energia nos transportes provém de fontes renováveis, segundo dados do Eurostat. Planear tendo uma abordagem focada na promoção de uma economia do bem-estar exigirá olhar para os recursos numa ótica regenerativa e não extrativa, fomentando cada vez mais uma abordagem baseada na suficiência. Os recursos são limitados e mesmo os de origem renovável têm limitações e impactos resultantes da sua utilização, pelo que o modelo atual de produção e consumo tem de ser repensado com urgência, se queremos cumprir objetivos de sustentabilidade.

[1] Galli, Alessandro; Pires, Sara Moreno; Iha, Katsunor;, Alves, Armando Abrunhosa; Lin, David; Mancini, Serena; e Teles, Filipe (2020): Sustainable food transition in Portugal: Assessing the Footprint of dietary choices and gaps in national and local food policies, Science of the Total Environment: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0048969720348361

Fonte: Zero

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Onda de calor vai manter-se até dia 24: “Temos de passar das palavras às ações”, alerta climatologista

Próxima Publicação

Constante aquecimento no outono e inverno é “preocupante” e há situações já “irreversíveis”

Artigos Relacionados

Nacional

“Mentirosos, cobardes e radicais”. Ministro acusa dirigentes do ICNF

24/01/2026
Créditos: Jorge Oliveira
Nacional

PS pede audição de ministro da Agricultura por “pressão ilegítima” sobre entidades ambientais

24/01/2026
vinho
Nacional

Região vitivinícola do Távora-Varosa aumenta vendas em 10% apesar de quebra na produção

24/01/2026
Próxima Publicação

Constante aquecimento no outono e inverno é "preocupante" e há situações já "irreversíveis"

Discussão sobre este post

Opinião

Francisco Avillez
Últimas

A Reforma da PAC pós-2027: breves reflexões sobre o orçamento proposto pela CE

por Francisco Avillez
21/01/2026

Ler mais
Filipe Corrêa Figueira
Últimas

Estão a encurralar os Agricultores… e não vai acabar bem!

por Filipe Corrêa Figueira
18/01/2026

Ler mais

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

confagri logo

Comissão Europeia está empenhada em destruir o Setor Agroalimentar

24/01/2026

InnovPlantProtect lança novo website no ano em que assinala 7 anos de atividade

24/01/2026
Advertisement

Temas em destaque

Anpromis Candidaturas PU Eleições Mercosul PAC pós 2027 Presi Simplificação PAC Água que Une

Eventos

Janeiro 2026
STQQSSD
    1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30 31  
« Dez   Fev »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OU

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OU

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.