Wunda. Consumidores nacionais definem o sabor e marca da nova estrela da Nestlé

Wunda. Consumidores nacionais definem o sabor e marca da nova estrela da Nestlé

É mais uma resposta da Nestlé a um mercado em crescimento: os produtos com base em plantas. A equipa portuguesa da multinacional participou na criação da nova aposta na área de bebidas

Desde o momento de criação até ao seu lançamento, em maio, Portugal esteve sempre envolvido no desenvolvimento do Wunda, a nova bebida com base em plantas da Nestlé, que tem a ervilha como estrela. É um dos quatro países, juntamente com França, Holanda e Reino Unido, onde a multinacional está a lançar a sua nova aposta num segmento que já representa entre 100 e 200 milhões de francos suíços de receita para a Nestlé e que se estima que, até 2025, cresça a uma taxa anual entre 6,4% e 6,5%. Com os consumidores cada vez mais cientes de que as suas escolhas alimentares têm impacto no planeta, as empresas estão a mudar o seu negócio. Na Nestlé, os produtos com base em plantas deverão representar cerca de 15% dos novos produtos de inovação previstos para este ano.

E Portugal tem uma palavra a dizer sobre essa estratégia. “O consumidor português é um early adopter de novas tendências e de novos produtos. A possibilidade para lançar Wunda em Portugal começou a ser trabalhada no início de 2020, quando olhámos para a oportunidade de plant based (produtos baseados em plantas) no nosso país, e fomos identificar evidências específicas dos nossos consumidores, relativas a hábitos relacionados com o crescimento desta categoria”, conta Luís Ferreira Pinto, business manager da categoria dairy para Portugal e zona EMENA (Europa, Médio Oriente e Norte de África). Conclusão? “Os produtos baseados em plantas estavam em crescimento – em várias categorias alimentares – e que os consumidores estavam cada vez mais conscientes de que as suas escolhas (alimentares) têm um impacto na sua saúde e no planeta onde vivem e procuram ativamente alternativas”, diz. “A penetração da categoria em Portugal é bastante alta comparada com outros mercados do mundo, e quase três quartos dos consumidores afirmam seguir uma “dieta saudável””, refere.

E, desta vez, ser um mercado com pequena dimensão jogou a favor. “Apesar de termos uma escala mais pequena, somos um mercado muito ágil a lançar novos produtos, a ter leituras rápidas de resultados e somos um excelente teste de cluster, porque a

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