Vasco Cordeiro quer potenciar mais rendimento para fileira do leite nos Açores

Vasco Cordeiro quer potenciar mais rendimento para fileira do leite nos Açores

O presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, assegurou esta segunda-feira que o executivo pretende criar mais rendimento para a fileira do leite, estando disponível para integrar um processo de valorização do produto.

“Se se coloca a questão quanto à qualidade do leite, podemos e devemos, como já temos feito, valorizar a boa matéria-prima que é produzida na região”, afirmou o chefe do executivo açoriano em Ponta Delgada durante a apresentação do leite Nova Açores Pastagem, novo produto da Unileite – União das Cooperativas Agrícolas de Lacticínios da Ilha de São Miguel.

Dirigindo-se a dezenas de produtores, Vasco Cordeiro garantiu haver da parte do Governo dos Açores vontade de integrar o processo de diferenciação e de valorização do leite da região, com o objetivo de assegurar um rendimento cada vez maior de toda esta fileira na região.

“Se o nosso leite é de pastagem, por que não trabalharmos todos, e o Centro Açoriano de Leite e Laticínios é uma boa oportunidade para isso, para diferenciar e valorizar o leite de pastagem dos Açores?”, questionou o governante.

O executivo açoriano, prosseguiu, está disponível para ser parte de um processo de valorização do leite produzido na região, o qual não pode ser apenas um “exercício estéril de classificação”, já que deve ter repercussões económicas para toda a fileira e para o rendimento dos agricultores.

O novo leite hoje apresentado é produzido atualmente em 84 explorações agrícolas, englobando cerca de seis mil vacas leiteiras, numa produção que se prevê deva atingir cerca 56 milhões de litros por ano.

A Unileite, formada em 1954, dedica-se à produção de leite, queijo flamengo, queijo ilha e manteiga, detendo as marcas Nova Açores, São Miguel, Famoso, Unileite e Mic Mac.

O leite produzido nas cooperativas é, advogam os responsáveis, de “excelente qualidade, uma vez que este dá entrada nas linhas de produção praticamente após a ordenha das vacas que pastam livremente nos pastos micaelenses”.

Continue a ler este artigo no Açoriano Oriental.

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