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Agroportal

“Um legado de cinzas: seis anos de Pedrogão Grande” – Henrique Pereira dos Santos

por Corta-fitas
17-06-2023 | 12:05
em Últimas, Notícias florestas, Blogs, Incêndios
Tempo De Leitura: 7 mins
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O título deste post é o título de uma crónica de João Camargo que está no site do Expresso (não faço ideia se está no papel).

Habitualmente não ligo ao que escreve ou diz João Camargo mas tropecei nesta crónica e fiz um comentário que era a mera constatação de um facto “E mesmo assim este rapaz não teve tempo para estudar nada sobre o assunto da crónica”.

Alguém fez notar que isso não era um argumento (concordei, expliquei que estava a constatar um facto) e resolvi então fazer este post, argumentando.

Comecemos pelo título: seis anos depois de Pedrogão, não há legado de cinzas nenhum, o que há é um desenvolvimento da vegetação, beneficiando do aumento da luz disponível por eliminação da vegetação de maior porte e da fertilização das cinzas.

Continuemos pela apresentação do autor, que se apresenta como investigador em alterações climáticas, sem explicar que o tema da sua investigação não são as alterações climáticas, mas sim “Adaptação às Alterações Climáticas, nova metanarrativa para a Humanidade?”, um bocado como se eu estudasse a forma como as pessoas reagem à doença e me apresentasse como especialista em doenças. Explicado pelo próprio em que consiste verdadeiramente o que lhe interessa e preocupa: “Não é uma grande conspiração: a metanarrativa capitalista é uma jaula para as mentes e é na “segurança” dessas jaulas que capitalistas e anticapitalistas caminham para a ruína”.

Entremos no texto propriamente dito, esquecendo as partes introdutórias.

“O que está nesses territórios? É tentar adivinhar (se for território florestal a probabilidade de ser eucalipto é elevada).”

Há dois grandes disparates neste bocadinho. O primeiro é a sugestão de que o país não sabe qual é a ocupação do solo que existe, o segundo é achar que ocupando o eucalipto 10% da área do país, cerca de um terço da área de povoamentos florestais (os povoamentos florestais são cerca de metade da área florestal, a outra metade é matos e o terço de que estou a falar é um terço da metade, dos dois terços de área florestal do país), há uma probabilidade grande de que a ocupação florestal que se encontra em qualquer lado, seja eucalipto. Há de facto áreas do país onde isso é verdade, são as áreas de maior produtividade do eucalipto, mas há áreas muito maiores em que encontrar eucaliptos nas áreas florestais é uma probabilidade marginal.

É porque não sabe isto que João Camargo escreve disparates destes?

Não, ele sabe disto perfeitamente, mas como na verdade se está nas tintas para o problema dos fogos e das suas consequências, e a sua preocupação é atacar os capitalistas que ganham dinheiro com a fileira do eucalipto, o que lhe interessa é usar os fogos como instrumento comunicacional para falar de eucaliptos como sintoma de disfunção capitalista.

João Camargo está fartinho de conhecer este estudo de Paulo Fernandes, Nuno Guiomar e Carlos Rossa, que é coerente com toda a investigação feita entre a relação do eucalipto com o fogo (praticamente não existe, seguramente não é relevante), mas descarta-o.

Porque tem investigação que o contraria?

Não, porque é fácil descartar um estudo dizendo que as suas conclusões são feitas à medida dos poderosos interesses da indústria, mesmo que em momento algum se consiga identificar qualquer indício de manipulação da investigação por qualquer destas pessoas (não conheço Carlos Rossa, conheço os outros dois, que regularmente são acusados de estar vendidos aos interesses, mas sem que alguma vez alguém tivesse demonstrado, ou sequer apresentado indícios, que permitam essa afirmação).

“O país com maior área de eucaliptal relativo do mundo. … Terá alguma influência no facto de Portugal ser o país que mais arde no Mediterrâneo? Alguns especialistas juram a pés juntos que não”.

Não, não são alguns especialistas, são todos os especialistas que estudam o assunto, todos eles sabem que hoje (amanhã não sabemos) o que é aceite cientificamente sobre o assunto é que o fogo é um filho do seu contexto, contexto esse que, no noss caso, é favorável ao fogo, ao eucalipto e ao sobreiro (só para dar outro exemplo, no caso, de uma espécie em que temos mesmo a maior área de ocupação do mundo, mesmo em termos absolutos).

Claro que nada disto interessa a João Camargo, tanto que nem tenta fundamentar as dúvidas que tem sobre o que dizem os especialistas na matéria, o que lhe interessa é sempre o mesmo: destruir o capitalismo.

“Para não haver dúvidas sobre o absoluto ultraje que é a ação política e mediática das celuloses, a sua confederação, a CELPA (que entretanto mudou de nome para BIOND) aproveitou uma área aprovada para plantar medronheiros e foi plantar 90 hectares de eucaliptos em… Pedrógão Grande.”

E para fazer andar a sua agenda anti-capitalista, João Camargo não tem o menor pudor de mentir com quantos dentes tem na boca, como neste caso, que passo a descrever factualmente para que se possa avaliar.

Após os fogos de 2017, a então Celpa (hoje Biond) e as empresas de celulose desenharam a levaram a cabo vários projectos que pretendiam melhorar a gestão de algumas áreas ardidas.

Porque são a Santa Casa da Misericórdia e são muito boazinhas?

Não, porque têm um problema de abastecimento das suas fábricas, que é agravado pelos entraves administrativos à exploração de eucalipto, e com medo que os proprietários abandonassem a exploração de eucalipto, dispuseram-se a financiar projectos, infraestruturas e plantações em áreas que, antes dos fogos, eram eucalipto (aquelas em que estes projectos são passíveis de ser aporovadas).

Para isso juntaram um monte de proprietários, que aderiram voluntariamente ao projecto e se comprometeram, nas suas parcelas a fazer isto e aquilo (os projectos, sendo maioriamente eucalipto, têm uma percentagem relevante de áreas de conservação ou outras ocupações que não eucalipto).

Num desses projectos, em Pedrogão, com cerca de 100 hectares (não sei ao certo e não fui procurar), houve dois proprietários que se comprometeram a fazer uma coisa e fizeram outra.

Esta situação foi denunciada publicamente (antes de ser transmitida aos gestores dos projectos), a denúncia foi verificada e de facto em quatro hectares (não sei os pormenores, na altura pedi informação para perceber bem o que se tinha passado), ou coisa do género, onde os proprietários se tinham comprometido a fazer medronho (tinha chegado a haver plantação, acho eu), arrancaram tudo e plantaram eucalipto, à revelia dos gestores do projecto (o projecto é apoiado pelas celuloses, tem umas partes relevantes que são financiadas pelas celuloses, mas o responsável formal pelo projecto é uma associação florestal, tanto quanto sei).

Verificado o incumprimento, foi feita uma análise profunda da execução de todo o projecto (que não detectou outras discrepânceas tão relevantes), e foi resposta a situação, de acordo com o projecto aprovado.

João Camargo conhece este processo profundamente, até porque a denúncia foi feita pelo seu compincha nestas matérias, Paulo Pimenta de Castro, e portanto sabe que está a mentir com quantos dentes tem na boca ao dizer que foram aprovados 90 hectares para medronho e as celuloses puseram lá eucaliptos.

Mas mente desta maneira para poder fazer frases destas: “Não é difícil imaginá-los a planearem uma plantação de eucaliptais em cima das pessoas que morreram nos incêndios. Uma vergonha para nós, enquanto sociedade. As celuloses não têm, nunca tiveram e nunca terão qualquer vergonha.”

Tal como não tem o menor pudor em dizer tudo e o seu contrário, desde que sirva a sua agenda anti-capitalista: “a seca e a escassez de água fazem com que haja cada vez mais mortalidade de árvores e menos espécies que aguentem … No entanto, sabemos que se é para ter um território viável, … precisamos de operar … a nível da paisagem, plantando as árvores que ardem menos e as que podem aguentar um território mais seco e mais quente”.

A quantidade de asneiras, mentiras e afins que se encontram nos textos de João Camargo sobre assuntos de que sei alguma coisa leva-me sempre a perguntar: a explicação para ter tanto tempo de antena é apenas por ser genro de Louçã?

A minha resposta é cada vez mais que não, não chega, pode ajudar, claro, mas a questão é que João Camargo é especialista em perceber que mitos dominam nas redacções dos jornais, e escreve de maneira suficientemente esquiva para que redacções que, como é natural, não são especialistas neste ou naquele assunto, achem fantástico este arrazoado, pelo simples facto de confirmar os mitos com que essas redacções de jornais se sentem confortáveis.

O artigo foi publicado originalmente em Corta-fitas.

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