Terra Maronesa celebrou, com Marcelo Rebelo de Sousa, o Dia da Biodiversidade

Terra Maronesa celebrou, com Marcelo Rebelo de Sousa, o Dia da Biodiversidade

Na passada sexta-feira, dia 21 de maio, a Associação Terra Maronesa – Comunidade Prática para o Desenvolvimento Sustentável apresentou, no Palácio de Belém, o “Sistema de Criação de Maronês”, a convite do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no âmbito da iniciativa: “Encontro do Dia Mundial da Biodiversidade – ONGAs no Palácio”.

Duarte Marques, presidente da Associação Terra Maronesa, representou a comunidade prática, no dia em que o Presidente da República convidou 22 ONGAs para assinalar, também, o Dia Europeu da Rede Natura 2000.

O Presidente da República quis assinalar o Dia Internacional da Biodiversidade, que nos alerta para a necessidade e importância da conservação da diversidade biológica e geológica e da conservação, regeneração e recuperação dos ecossistemas.

Esta importância foi-nos recordada de forma muito evidente pela situação de pandemia, durante a qual reforçámos a consciencialização do papel central da natureza nas nossas vidas, para o nosso equilíbrio físico e mental e para a sustentabilidade do planeta.

Foi para assinalar esta efeméride que o Presidente da República se reuniu, na passada sexta-feira, em Belém, com um conjunto de Organizações Não Governamentais do Ambiente (ONGA), de diversos pontos do país, que têm desenvolvido projetos emblemáticos nos domínios da conservação da natureza e da biodiversidade, tendo sublinhado o trabalho desenvolvido por estas organizações, espalhadas pelo território nacional, de grande relevância para a sensibilização e educação ambiental, para a preservação do património natural e salvaguarda dos ecossistemas e da biodiversidade.

“Tendo o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e o Quadro Financeiro Plurianual da União Europeia uma relevante parcela do investimento destinado à área da transição climática, em linha com o estabelecido no novo Pacto Ecológico Europeu, que consagra a conservação da natureza e o restauro da biodiversidade como o novo paradigma no qual faz deverá assentar o desenvolvimento e o bem-estar social, o papel dos agentes de proximidade no terreno, como são as ONGAs, é fundamental para a boa execução destes recursos financeiros, promovendo iniciativas que envolvam as comunidades locais e permitam a valorização dos serviços dos ecossistemas e preservação da biodiversidade e do património natural”, informou a Presidência da República, em comunicado.

O artigo foi publicado originalmente em Terra Maronesa.

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