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Seca. Como a economia vai ter de se adaptar à escassez de água

por Visão
18-05-2023 | 10:49
em Nacional, Últimas
Tempo De Leitura: 8 mins
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As secas tornaram-se mais comuns e severas nos últimos anos. Os danos económicos são já significativos e no futuro podem agravar-se, já que tudo indica que este tipo de fenómenos será cada vez mais intenso e frequente. Para mitigar o problema, estão previstos investimentos de centenas de milhões de euros no País. Existem também alguns exemplos que provam que a inovação pode dar um contributo decisivo no aumento da oferta de água e trazer uma maior eficiência à procura. Será suficiente?

Leitos de rios em que a água deu lugar ao pó, o Tejo a ser atravessado a pé em algumas zonas, barragens em reservas mínimas, aldeias que repousavam submersas, há décadas, e que reemergiram sob a forma de ruínas fantasmagóricas. Se dúvidas existissem sobre a necessidade de aprendermos a viver com menos água, os últimos meses dissiparam-nas. A Europa enfrentou em 2022 aquela que pode ter sido a maior seca dos últimos 500 anos, e Portugal tem sido um dos países mais afetados. Nos últimos cinco anos, a precipitação ficou sempre abaixo do normal. A situação é delicada e, só no ano de 2022, os prejuízos para a economia podem ter-se cifrado em centenas de milhões de euros. O setor da agricultura, por exemplo, fala de uma situação de “desastre”. Mas o pior pode ainda estar por vir, já que os especialistas anteveem que, no futuro, as secas poderão ser ainda mais longas e frequentes. Está o País preparado para enfrentar este desafio estrutural, com efeitos significativos no ambiente, na sociedade e na economia? Há formas de mitigar o impacto de um cenário de cada vez mais escassez de água?

Os modelos demonstram claramente que vamos ter uma perda de níveis de precipitação, e os cenários estão sempre a piorar

Helena freitas

A sabedoria popular diz que “só percebemos o valor da água depois de a fonte secar”. Mas, apesar de a água ter começado já a escassear em várias zonas do País, não é ainda líquida a atribuição do merecido valor a até recurso. “Estamos, de facto, todos muito distraídos”, considera Helena Freitas. A professora catedrática na área da Biodiversidade e Ecologia, na Universidade de Coimbra, realça que “os modelos demonstram claramente que vamos ter uma perda de níveis de precipitação, e os cenários estão sempre a piorar”, mencionando projeções que apontam para perdas médias de 20%, nas próximas duas décadas.

O cenário atual já deveria ser suficiente para se valorizar mais este recurso, segundo os especialistas ouvidos pela EXAME. “Não creio que haja uma perceção adequada, especialmente na sociedade em geral, apesar de ser conhecido que um euro investido nos serviços de água tem um impacto de seis euros em benefícios económicos”, refere Jaime Melo Baptista, presidente do Lisbon International Centre for Water. As evidências de que a fonte está a secar são fortes. O especialista refere que “devemos ter consciência de que, desde 2000, não se verificam anos húmidos em Portugal, os quais permitem acumular água nas albufeiras e recarregar os aquíferos”. E nota que, “nos últimos 20 anos, a precipitação diminuiu cerca de 15% e, no mesmo período, a disponibilidade de água reduziu cerca de 20%”.

Essa tendência deverá agravar-se. Ricardo Deus, diretor da divisão de Clima do IPMA, indica que as projeções apontam para uma diminuição da precipitação anual e um aumento da evapotranspiração, que retira a humidade ao solo. A conclusão, realça, “é que, perante estes cenários, será de esperar um aumento significativo do défice hídrico em Portugal Continental, o que, desta forma, poderá, por exemplo, ter efeitos expressivos no crescimento e no desenvolvimento das plantas e, consequentemente, na produtividade e qualidade dos produtos”.

A fatura económica

A economia enfrenta os choques provocados pela invasão da Rússia à Ucrânia e pela subida em flecha da inflação. Mas a seca começa também a passar uma fatura à atividade económica, amplificando alguns efeitos da crise energética e do aumento nos preços dos alimentos. Ora, se alguns danos são já visíveis, há, no futuro, o risco de os impactos destes fenómenos na economia se agudizarem. As fortes evidências de que situações de seca, como a que atravessamos, se irão tornar o novo normal começam a preocupar algumas instituições, que avaliam o desempenho económico de países europeus.

No final de julho, por exemplo, a agência de notação financeira Moody’s publicou um relatório a alertar para os potenciais impactos negativos desses fenómenos nas contas públicas da economia portuguesa, espanhola, francesa, grega e italiana. Os analistas desta entidade sublinharam que, atualmente, alguns desses países tiveram já de assumir despesa não prevista para responderem a desastres naturais exacerbados pela situação de seca, como os incêndios. Portugal, por exemplo, anunciou recentemente um pacote de 200 milhões de euros para apoiar os territórios afetados pelos grandes fogos. Antes disso, já a Grécia e outros países haviam sido forçados a fazer o mesmo. Não obstante estes impactos, os analistas consideram que as despesas causadas pela seca e pelos incêndios nos cofres públicos são comportáveis a curto prazo, mas, a longo prazo, o cenário pode ser diferente. A Moody’s afirma que “o expectável aumento no número, intensidade e duração das secas e incêndios nos próximos anos terá provavelmente efeitos negativos” na qualidade de crédito e, consequentemente, nos ratings desses países.

Também em Bruxelas se tenta fazer contas aos impactos orçamentais que a seca e demais efeitos provocados pelas alterações climáticas poderão ter nas contas públicas dos Estados-membros. No caso de Portugal – e num cenário em que a temperatura aumente 1,5 graus centígrados até meados deste século –, o custo orçamental direto poderá ser equivalente a 2,1% do PIB já a partir de 2024, segundo simulações feitas pelos especialistas da Comissão Europeia, num relatório publicado no passado mês de julho. Num cenário de aumento da temperatura de 2 graus, esse impacto negativo aumentaria para 2,4% do PIB. Apesar de Portugal ser uma das economias mais vulneráveis, as consequências seriam bem menores do que em Espanha, que teria de assumir um custo de 4,5% e de 5,3%, respetivamente, naqueles dois cenários. No entanto, é importante esclarecer que os próprios autores deste estudo reconhecem que este tipo de projeções tem um elevado grau de incerteza. Ainda assim, mais décima ou menos décima, a mensagem mantém-se: “a vulnerabilidade às alterações climáticas pode gerar riscos de incerteza, afetar a qualidade de crédito e o acesso aos mercados financeiros internacionais”. Além dos impactos diretos nas contas públicas, haverá ainda consequências indiretas, como o potencial abrandamento da economia e a consequente menor arrecadação de impostos.

Caso a fatura causada pela seca e pelos incêndios aumente – e a informação disponível aponta para que isso seja muito provável –, esta poderá ser uma fragilidade da economia nacional alvo de escrutínio. “Portugal é um dos países do Sul da Europa que enfrentam cenários climáticos de alguma gravidade, porque estes transformam brutalmente o nosso território e o seu potencial produtivo”, refere Helena Freitas. A investigadora considera que “devíamos ter isso mais presente”, já que a UE realizará, até ao final do próximo ano, uma avaliação regional do risco climático, o que tornará mais evidente para as instituições internacionais e financeiras a situação portuguesa. “Temos de mostrar que estamos a olhar para o problema e que encontramos formas de nos adaptar e de mitigar os seus impactos”, defende. Uma das medidas urgentes sugeridas pela especialista passa pela constituição de uma task-force com presença obrigatória na definição da política agrícola e ambiental.

Crise no terreno

A Comissão Europeia e as agências de rating até podem ter concluído que, para as contas públicas, os riscos de curto prazo podem ser controlados. Porém, no terreno, há já setores que estão a sofrer. Para se ter alguma referência, no início do ano, uma equipa de investigadores da Nova SBE, citada pelo Jornal de Negócios, estimava que, caso a seca se prolongasse, o impacto na economia poderia ficar em torno dos 400 milhões de euros.

A agricultura, que utiliza cerca de 70% da água que captamos, está na frente dos prejuízos. “As perdas são enormes”, avalia Eduardo Oliveira e Sousa. O presidente da Confederação de Agricultores de Portugal (CAP) revela que, em alguns setores ou produções, existem “quebras superiores a 50%, nunca inferiores a 30%, o que facilmente induz que o ano, em termos económicos, será para muitos um desastre”. Além das quebras que já se verificaram, a situação de seca compromete também a capacidade de produção futura. “O elevado stresse hídrico a que as plantas e as culturas estão expostas naturalmente põe em causa o seu desempenho posterior, o que transporta para o futuro o impacto desta seca”, explica o responsável da CAP. Calcular a dimensão dos prejuízos não é tarefa fácil. “A quantificação das perdas não é apenas muito difícil como prematura, porquanto muitos dos efeitos da seca estão ainda por ser totalmente conhecidos”, diz Eduardo Oliveira e Sousa. Até porque a principal variável para esta estimativa seria saber até quando irá durar a atual situação de seca.

A quantificação das perdas não é apenas muito difícil como prematura, porquanto muitos dos efeitos da seca estão ainda por ser totalmente conhecidos

eduardo oliveira e sousa

Porém, os impactos da seca não se circunscrevem à agricultura. Na energia, tem de se fazer um uso muito mais moderado da capacidade hidroelétrica. Em plena crise, a água das barragens poderia ser um antídoto para compensar os elevados preços do gás, mas a escassez obrigou a um uso mais baixo dessa fonte de energia. Segundo contas da EXAME, baseadas em dados da REN, a produção hídrica, entre o início do ano […]

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