Região reforça meios para reparar caminhos agrícolas

Região reforça meios para reparar caminhos agrícolas

“Há trabalho a fazer em várias ilhas para garantir melhores condições de trabalho aos agricultores que utilizam os caminhos agrícolas afetados pelos sucessivos temporais que se têm feito sentir na região e, mais uma vez, o Governo [Regional] está empenhado em dar uma resposta rápida e eficaz aos agricultores”, afirmou João Ponte, citado numa nota enviada às redações pelo executivo regional.

O titular pelas pastas da Agricultura e das Florestas falava à margem de uma visita a caminhos agrícolas nas Capelas, concelho de Ponta Delgada, acrescentando que “os trabalhos já começaram”, de modo “a repor a normalidade nos caminhos afetados”.

Na visita, o governante, acompanhado pela diretora regional dos Recursos Florestais, pelo presidente do conselho de administração do Instituto Regional de Ordenamento Agrário (IROA) e pelo presidente da Junta de Freguesia das Capelas, sublinhou ainda que o executivo “ajudará o setor agrícola a recuperar de mais uma intempérie natural, tal como tem acontecido em outras situações similares”.

O secretário regional “agradeceu o empenho dos colaboradores nesta época festiva” e referiu que “este esforço financeiro extraordinário que está a ser concretizado em várias ilhas não vai afetar o plano de investimento na modernização das infraestruturas agrícolas previsto para 2020”.

João Ponte realçou ainda que no próximo ano serão investidos 1,7 milhões de euros em caminhos agrícolas na ilha de São Miguel.

Especificamente no concelho de Ponta Delgada, “estão previstas intervenções, por exemplo, no caminho rural dos Arrebentões, na freguesia das Sete Cidades, na pavimentação do caminho rural das Pernadas, na freguesia de Santo António, além da pavimentação de alguns troços dos caminhos rurais do Rolo, nas Feteiras, e Murtas, nos Ginetes”.

A Associação Agrícola de São Miguel alertou hoje para a “degradação” de vários caminhos agrícolas e rurais devido ao mau tempo nas últimas semanas, defendendo “medidas adequadas” que “permitam regularizar rapidamente a situação”.

Numa nota enviada às redações, a associação referiu ainda estar “disponível para colaborar com o Governo dos Açores na elaboração de um levantamento dos caminhos afetados”.

O artigo foi publicado originalmente em Açoriano Oriental.

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