Parasitóide de combate à vespa das galhas do castanheiro instalado em 94% dos locais monitorizados

Parasitóide de combate à vespa das galhas do castanheiro instalado em 94% dos locais monitorizados

[Fonte: Rádio Brigantia] Os resultados das largadas de parasitóides, feitas em 2019, como forma de combate à vespa das galhas do castanheiro são promissores.

No geral, dos 11 locais monitorizados em Vinhais e 5 em Bragança, o parasitóide está praticamente instalado.

“No geral, 94% está instalado. São resultados que eu considero muito bons. É preciso ver que esta avaliação é com poucas galhas, mas vamos agora, em Janeiro, fazer colheita de galhas e fazer uma monitorização, muito mais vasta, e estou convencido de que vamos para valores próximos dos 100%”, referiu Albino Bento, professor do IPB, à margem do Fórum Internacional da Castanha, realizado na Feira Internacional do Norte.

Embora as largadas estejam a ser feitas no tempo certo, nos próximos dois anos, os produtores de castanha vão ter algum prejuízo.

“Eu penso que estamos a trabalhar relativamente bem, pois estamos a fazer as largadas com critério e atempadamente. Mas é preciso que os produtores tenham paciência, porque, inevitavelmente, vão ter dois ou três anos em que vão ter prejuízo”, disse.

No Fórum da Castanha, foram ainda apresentados os resultados do projecto transfer mais castanha, que transferiu conhecimento para os produtores e permitiu sensibilizá-los para as problemáticas do sector. Um projecto concluído com sucesso, disse Albino Bento.

“Tudo que estava previsto, está praticamente concluído. Falta a sessão de encerramento do projecto e a valorização económica dos resultados de investigação, ou seja, o registo patente de processos que estamos a finalizar. Por isso, pedimos o adiamento do projecto, por mais três meses”, acrescentou.

As várias acções de sensibilização e o Fórum Internacional da Castanha, inserido na Feira Internacional do Norte, permitiram ajudar os produtores no tratamento das doenças do castanheiro.

Escrito por BrigantiaJornalista: Ângela Pais

Comente este artigo
Anterior É nestes setores que se paga mais o salário mínimo. Estão preparados?
Próximo Oferta de emprego - Engenheiro Agrónomo, Florestal ou Arquiteto Paisagista - Lisboa

Artigos relacionados

Comunicados

PDR2020: Cooperação interterritorial e transnacional dos GAL

Aberto de 21 de Outubro de 2019 às 10:00 a 31 de Janeiro de 2020 às 16:59 […]

Últimas

“De nada serve termos um modelo de prevenção e combate se a paisagem não mudar”

[Fonte: Público]
Nas suas mãos está a reestruturação do todo o sistema de prevenção e combate no país, […]

Nacional

Desflorestação e alterações climáticas aumentam riscos de extinção nas zonas tropicais

[Fonte: SAPO 24]

Menos de dois quintos das florestas da América Latina, da Ásia e de África permitem hoje aos animais e plantas escapar aos aumentos de temperatura potencialmente intoleráveis, […]