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O que separa a cidade do campo?

por David Catita
24-03-2024 | 07:00
em Últimas, Opinião
Tempo De Leitura: 5 mins
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Quando pensamos que muitas das pessoas que vivem nas cidades vieram do campo podemos questionar-nos por que razão se foi abrindo este fosso de perceção da realidade entre as duas comunidades. Ajuda a cavar o fosso que uma das partes, neste caso a cidade, tenha um maior poder de difusão de mensagens e de definição de leis.

O conforto da rotina diária, a segurança do que é familiar, a tranquilidade da repetição, ajuda a manter a paz numa concentração tão grande de pessoas, obviamente. A narrativa de que a morte é opcional passou a ser um dogma urbano. Faz sentido dizer às crianças que moram na cidade que não devem matar e que devem evitar ser mortas. Faz parte dos pressupostos da coexistência humana em sociedade e de alguma forma esse processo foi-se afundando na alma dos urbanos e deixaram de entender a morte, alargando a mesma perceção aos animais e até às plantas.

A própria construção das cidades é coerente com isso. Os prédios são de betão, as estradas são firmes, os ribeiros correm domesticados entre muros, os jardins são ordenados e não têm nada morto. Mesmo a noite é uma espécie de dia mais escuro, com atividade e pessoas sempre em movimento. Nada morre habitualmente na cidade.

Como no campo a morte é inevitável, as pessoas da cidade deixaram de entender o campo.

No campo mantém-se a dinâmica da vida e da morte, da noite e do dia. Algumas coisas morrem e outras nascem. A morte e a vida, no campo, andam sempre juntas. Morre um coelho e crias de águia irão prosperar nalgum ninho longínquo. Uns morrem e outros prosperam com essa morte. Mesmo uma árvore morta caída a apodrecer é a base para um ninho de coruja, uns cogumelos, uma toca de gineta, e talvez de uma nova árvore pequenina protegida dos herbívoros, a crescer entre ramos cadáveres.

Nas cidades uma árvore morta caída é um sinal de desleixo que justifica uma reclamação ou um post a censurar a gestão urbana. A natureza não conhece a arrumação geométrica dos jardins urbanos. Uma ribeira é um local com árvores vivas e mortas, mas também com arbustos e silvas e pedras e lama e ervas, onde não se consegue andar a passear sem se sujar ou sem o risco de rasgar a roupa ou riscar a pele. Esta é a verdadeira natureza.

Deixou de se entender que os rios têm dinâmicas erosivas próprias, que escavam uma margem para acumular noutra, e assim vão serpenteando e criando meandros, em curvas elegantes ao longo da paisagem. É um processo natural. Mas para um urbano uma margem erodida de um rio é um problema que tem de ser rapidamente atacado com “engenharia natural”, cobrindo-a com fibras de coco e traves, não conseguindo ver que é a construção nos leitos de cheia que está errada. A frase lapidar de Bertolt Brecht, que diz que “o rio que tudo arrasta se diz que é violento, mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem” é reveladora da clarividência que falta ao pensamento urbano.

Os urbanos gostariam que o campo fosse apenas um local de recoleção, como no paleolítico, mas sem caça, sem morte. Da mesma forma que consideram a tourada como uma demonstração bárbara de qualquer coisa que não entendem e nem querem saber que um touro bravo vive toda a vida como um deus pagão, livre, adorado e intocável… e troca essa dádiva por 20 minutos de luta franca e corajosa, sem fugas ou medos. E o touro escolheu lutá-la, apesar dos urbanos pensarem que não… foi-lhe dado a escolher, nas tentas que se fazem quando são jovens, se queria lutar ou se queria fugir… e essa opção é respeitada. Só seguem a linha épica da tauromaquia os que escolheram lutar. Os outros seguem o caminho normal dado aos bovinos de criação. Esta escolha é dada ao touro e por isso transporta consigo o venerável atributo de quem não vira a cara à luta e, por isso, são necessário oito bravos e corajosos forcados para enfrentar uma força da natureza que escolheu não fugir.

A tourada é a representação viva da domesticação do animal silvestre, quando os animais eram recolhidos e amansados, o que alterou o caminho da evolução humana, permitindo a agricultura e os transportes. Noutros sítios eram apenas mortos, como os bisontes na América, mas aqui vivem junto a nós, como parte do mesmo sistema, que não podemos abandonar.

Pensar que o amanhã não é igual ao hoje, para um urbano, perturba-lhe a tranquilidade e a serenidade que assume certas para enfrentar o dia-a-dia. Explicar aos jovens das cidades que cortar uma árvore é errado, é renegar o engenho do ser humano, do Homo habilis, em que coisas incríveis são feitas em madeira, como os barcos que levaram os portugueses pelo mundo. No campo outras árvores crescerão num ciclo que se repete desde que o Homem decidiu evoluir. No fundo não existe vida sem morte.

É importante, para entender o campo, entender a morte. É preciso entender que é necessário matar um porco com dignidade para continuar a viver condignamente… outros porcos nascerão e crescerão aproveitando as bolotas que a natureza dá sazonalmente, que de outra forma não seriam aproveitadas… e que daí não pode vir nenhuma censura das pessoas que o fazem. Não são más pessoas por matarem um porco, ou um galo ou um borrego… fazem-no porque são parte do grande ciclo da vida, semeiam para colher, para alimentar outros e é daí que lhes vem a grande e profunda humildade de entender a natureza. Se por acaso não chove e a cultura não cresce, não têm ressentimentos com as nuvens e no ano seguinte voltam a acreditar que é possível criar vida útil onde não havia.

No campo a morte é inevitável e faz parte da vida de quem vive no campo. Quem vive no campo sabe que as coisas vivas estão sempre morrer e estão sempre a mudar… Hoje é cereal, amanhã será olival, ou amendoal. Tudo muda.

E apesar dos urbanos passarem na estrada velozes e se espantarem com a alteração das loiras searas para o verde denso dos olivais, devem pensar que esta mudança foi a escolha das pessoas que vivem no campo, para que possam ter dignidade em resultado do seu trabalho. Interioridade não é inferioridade. Não é admissível que um agricultor tenha de deixar de produzir para que o cenário paisagístico, de quem passa, não se altere.

Não é por termos um coelhinho ou um cãozinho num apartamento, que morre de velho, que somos melhores pessoas.

A valentia perante a adversidade, a coragem perante a derrota e o trabalho perante a dureza terão de ser, sempre, valores a preservar. São esses os que não podem morrer.

David Catita

Eng. do ambiente e agricultor

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