O Apocalipse dos Insectos: Mais Fake News dos Pseudo-Ambientalistas

Que não haja enganos. Eu estou genuinamente preocupado com o ambiente e com as alterações climáticas. Aliás, acho que se fala pouco da perda de biodiversidade em comparação com temas “menores”, como o plástico, conforme expliquei aqui.

A perda de biodiversidade já ultrapassou as designadas fronteiras planetárias. E como referido diversas vezes na comunicação social, parece que estamos a caminhar para a sexta extinção em massa, designada a Extinção do Holoceno, causada por nós. Neste momento estima-se que a extinção de espécies esteja a ocorrer a um ritmo 100 vezes superior ao “ritmo normal” imposto pela selecção natural. Isto é grave. As espécies perdidas não serão repostas. E para aumentar a biodiversidade precisaremos de milhões de anos. Ou seja…não há volta atrás. Precisamos trabalhar mais na conservação das espécies e criar mais reservas naturais.

O Apocalipse que nunca existiu: a extinção das abelhas

No entanto, o que me custa profundamente, é a péssima ciência e as fake news propagadas pelos ambientalistas para falar destes temas. Muitas vezes com uma agenda “escondida” usando causas nobres que tanto apregoam. Por exemplo, já tivemos o apocalipse das abelhas no passado. Centenas e centenas de artigos foram escritos a dizer que a humanidade estava condenada porque estes importantes polinizadores estavam a desaparecer. E, apesar de haver algumas espécies de abelhas, entre centenas, em perigo de extinção, a realidade é que o apocalipse das abelhas nunca existiu. Aliás, o número de colónias está em máximos de sempre.

número de colónias de abelhas a aumentar

Obviamente que olhando exclusivamente para o número de colónias, pouco ficamos a saber sobre os problemas que as abelhas enfrentam. E, de facto, as abelhas são confrontadas com vários problemas. O blog Thoughtscapism faz um bom resumo dos vários factores que colocam em causa a sobrevivência das abelhas e à cabeça temos as infeções pela Varroa destructor e pelo fungo Nosema ceranae, ambos problemas difíceis de combater já que não temos fármacos eficazes para tratar estas infeções:

Temos também problemas nutricionais, as alterações climáticas, perdas de habitat e, sim, pesticidas. Principalmente a má utilização de pesticidas. No entanto, este problema foi infantilizado, simplificado e distorcido para cumprir uma agenda por parte dos pseudo-ambientalistas de serviço anti-transgénicos e anti-agrotóxicos: a culpa da extinção das abelhas, que nunca existiu, é dos pesticidas, principalmente dos neonicotinóides.

Os neonicotinóides são inseticidas desenvolvidos na década de 90 para substituir os organofosforados, piretrinas e os piretróides, substâncias mais tóxicas para os mamíferos e para insectos como as abelhas. Os neonicotinóides foram uma melhoria dramática em comparação com os insecticidas mais antigos. No entanto isso pouco interessa aos ativistas “verdes”, que através desta narrativa do apocalipse das abelhas, culparam os neonicotinóides por uma crise inexistente e conseguiram politizar uma questão científica que culminou com a decisão da União Europeia de, em 2018, expandir a proibição parcial de 2013 dos três principais neonicotinóides para todos os usos ao ar livre.

Grande vitória para estes “defensores do ambiente”, que já está a ter consequências. É que as pragas não desaparecem porque os insecticidas são banidos. O que está a acontecer é um aumento da utilização de insecticidas mais antigos (artigo e artigo), menos eficazes e paradoxalmente mais tóxicos, inclusive para as abelhas.  Além disso, é de esperar perdas importantes na produção agrícola, com aumento dos preços dos alimentos e diminuição da segurança alimentar. Como podem ver, só vitórias. O mais engraçado é que depois de três anos de proibição parcial dos neonicotinóides, pouco impacto se notou na população de abelhas. E, como é óbvio, os países começam a perceber a importância destes insecticidas, colocando em causa as deliberações da União Europeia e criando excepções para a utilização dos neonicotinóides. Esses países incluem a AustriaBélgicaCroácia, República ChecaPolóniaRoménia  e Elováquia. A estes também se junta a Dinamarca. Porque a realidade não muda, por muito que os políticos e os ativistas oligofrénicos tentem.

Os pesticidas têm consequências importantes. Não há qualquer dúvida quanto a isso. Mas as tomadas de decisão devem ser feitas pesando de forma isenta os prós e contras. A implementação do “princípio da precaução” por parte da União Europeia, conforme está a ocorrer neste momento, vai colocar em causa a sustentabilidade agrícola e a segurança alimentar da região e em nada ajudará os insectos.

Venha o próximo Apocalipse: agora são os Pássaros

Depois do Apocalipse das abelhas ter sido espremido até ao tutano, chegou o Apocalipse dos Pássaros, mais uma vez por culpa do insecticidas. Este novo Apocalipse foi baseado num par de estudos realizados em França e que ainda não foram publicados. Nesses estudos por publicar temos redução de 30% do número de pássaros nos últimos 17 anos, com algumas espécies com perdas na ordem dos 68%. Principalmente pássaros que são insectívoros. OK…no entanto, como não temos acesso aos métodos utilizados para quantificar essas perdas, como avaliamos a robustez dos dados? Não avaliamos. O que indica, mais uma vez, a utilização da ciência para alimentar uma narrativa ideológica: lançar para a comunicação social os resultados catastróficos de estudos por publicar e quando o estudo for avaliado e concluirmos que é fraco, o mal já está feito. A mensagem já foi distribuída. Assim fez o New York Times e o Independent, por exemplo, dando a achega que a culpa da diminuição do número de pássaros seria dos pesticidas.

Outro estudo publicado nos Estados Unidos, procurou demonstrar que as aves (neste caso, as andorinhas-das-árvores) estavam a ser afetadas negativamente por uma escassez de insectos aquáticos. Foi colocada a hipótese que esses insectos estavam a ser dizimados pela fuga de pesticidas neonicotinóides das terras agrícolas para rios, riachos, lagos e lagoas de água doce. As andorinhas-das-árvores geralmente preferem os insectos aquáticos, que capturam no ar depois de emergirem das zonas húmidas para completar os seus ciclos de vida. Os investigadores suspeitaram que as aves que vivem em áreas dominadas por cultivos seriam forçadas a alimentar-se de mais insectos terrestres, devido aos efeitos do uso de inseticidas e outras práticas agrícolas no habitat das zonas húmidas. Acontece que o estudo não confirmou essa hipótese. Na verdade, demonstrou o contrário: descobriu que as andorinhas-das-árvores desfrutavam de dietas ainda mais ricas em insectos aquáticos.  No entanto, os autores viraram a atenção para outro lado. Nos dados recolhidos, concluíram que as andorinhas-das-árvores nas redondezas de terras cultivadas exibiam menor peso corporal do que aquelas que se alimentavam em pastagens. Especularam que essas aves estavam a “lutar” quando as terras cultivadas eram tratadas com neonicotinóides, o que os deixavam com uma dieta de insectos mais escassa, que estava a ser compensada por uma um aumento da ingestão de insectos aquáticos que servia para “disfarçar” os efeitos maléficos destes insecticidas. Conclusão: se a culpa não é dos neonicotinóides e da agricultura intensiva, só pode ser dos neonicotinóides e da agricultura intensiva.

Mas o que se passa com os pássaros? Mais uma vez, assistimos a uma simplificação abusiva do tema. De facto existe um declínio importante do número de pássaros. No entanto, essa perda é multifatorial, associada às práticas agrícolas (que inclui a utilização de pesticidas), à perda de habitat, alterações climáticas, colisões com estruturas humanas (eólicas, fios de alta tensão, edifícios, carros), e temos também o problema dos gatos, que matam milhares de milhões de pássaros por ano. Só nos Estados Unidos, representam 1.3–4.0 mil milhões de pássaros. De forma interessante, um artigo publicado na revista Science indica que as alterações climáticas são um fator preditivo no aumento ou diminuição nas diferentes espécies de pássaros. Conclusão: quem pretende ajudar o ambiente em geral e os pássaros em particular, deve olhar para floresta e não para a árvore que nos convém. Os pesticidas e a agricultura são apenas um factor entre vários fatores e nem sequer são os mais importantes.

Desaparece uma Fake News, aparece outra…vem aí o Apocalipse dos Insectos

Depois do Apocalipse dos Pássaros (que suponho que não teve o impacto esperado pelos promotores do medo), agora temos o Apocalipse dos Insectos! Dezenas e dezenas de artigos foram escritos, baseados numa revisão “seletiva” recente, que concluiu que os insectos estão a desaparecer a ritmos alarmantes. Tenham medo…muito medo.

O mais engraçado até nem é a revisão em si (lá chegaremos), mas as entrevistas que os autores deram, como este excerto do The Guardian, esse farol de desinformação no que toca ao ambiente:

“Se as perdas de espécies de insectos não forem interrompidas, isso terá consequências catastróficas tanto para os ecossistemas do planeta quanto para a sobrevivência da humanidade ”, explicou o principal autor do estudo, Francisco Sánchez-Bayo, da Universidade de Sydney, Austrália. A taxa de perda é de – 2,5% ao ano, segundo os seus cálculos – é muito rápida, refere o autor. “Em 10 anos teremos um quarto a menos, em 50 anos apenas metade e em 100 anos não teremos nenhum.”

Assustador, certo? O caro leitor, se segue o blog,  já sabe por esta altura que nada vende melhor que a promoção do medo. Mas como chegaram os autores a tais números? Na realidade, ninguém sabe. O estudo não tinha simplesmente capacidade de fazer esse tipo de previsões, mesmo assumindo que os dados utilizados estão corretos.

A realidade é que este estudo é tão mau que teve direito a vários artigos de resposta por parte de entomologistas (artigo, artigo, artigo e artigo…e pelos vistos há mais). É que quando analisamos a revisão percebemos que não só é extremamente limitada como apresenta enviesamento incrível. Não se percebe como os revisores da revista científica permitiram a publicação deste lixo, com falhas de bradar aos céus. Repare nos métodos de pesquisa:

“O nosso objetivo foi compilar todos os levantamentos de insectos de longo prazo realizados nos últimos 40 anos, que estão disponíveis em bases de dados de literatura revista ​​por pares. Dessa forma, realizamos uma pesquisa na base de dados online da Web of Science usando as palavras-chave [insect *] AND [declin *] AND [survey], que resultaram num total de 653 publicações.”

Vemos logo na metodologia que o objetivo dos autores era forçar uma narrativa do desaparecimento apocalíptico dos insectos, já que os termos de pesquisa incluíram “insectos” e “declínio”, o que poderá ter levado a ignorarem estudos científicos que referem um aumento do número de insectos em determinadas regiões. Não só isso, como eliminaram todos os estudos que se referissem a espécies invasoras. Mas se as espécies invasoras forem outros insectos, que crescem de forma descontrolada e levam a um declínio dos insectos autóctones, isso significa que estamos perante um apocalipse de declínio dos insectos, ou a uma substituição local de um tipo de insectos por outros?

Não só isso…o local de recolha de informação era extremamente limitado, com a maioria das recolhas a ocorrerem na Europa e nos Estados Unidos da América. Ficando a dúvida…como é possível falar-se de um Apocalipse de Insectos a nível global, com dados tão limitados? É que para além do estudo não ter capacidade de definir tendências da evolução de populações de insectos, também não representa minimamente o planeta, para o qual os autores generalizaram as suas conclusões.

Temos uma única recolha no Continente Africano e uma única recolha no Continente Sul-Americano. Os únicos dados da Ásia, além do Japão, foram estudos de abelhas melíferas e não da população geral de insectos. O mesmo relativamente à Austrália. E no entanto, temos um apocalipse de insectos à porta.

Não só isso, os autores, em pelo menos um exemplo, agruparam os insectos com a designação de conservação “dados deficientes” com aqueles designados “vulneráveis” e, portanto, presumindo que estão a diminuir em número quando tal conclusão não pode ser retirada. Isto, mais uma vez, apenas demonstra o viés ideológico dos autores do estudo.

Mais uma vez, a culpa é dos pesticidas…

Enquanto o artigo examina muitas razões para este declínio de insectos, Sanchez-Bayo enfatizou amplamente o papel dos pesticidas nas suas entrevistas na comunicação social:

“A principal causa do declínio é a intensificação agrícola”, disse Sánchez-Bayo. “Isso significa a eliminação de todas as árvores e arbustos que normalmente cercam os campos, por isso há campos simples e nus que são tratados com fertilizantes sintéticos e pesticidas”. Ele disse que o desaparecimento de insectos parece ter começado no alvorecer do século XX, acelerou durante as décadas de 1950 e 1960 e atingiu “proporções alarmantes” nas últimas duas décadas.

Ele acredita que as novas classes de inseticidas introduzidos nos últimos 20 anos, incluindo neonicotinóides e fipronil, foram particularmente prejudiciais na medida que são usados ​​rotineiramente e persistem no ambiente: “Eles esterilizam o solo, matando todas as larvas”. Isto tem impacto até nas reservas naturais nas proximidades: os 75% de perdas de insectos registadas na Alemanha foram em áreas protegidas. O mundo deve mudar a forma como produz alimentos, disse Sánchez-Bayo, observando que as quintas biológicas tinham mais insectos e que o uso ocasional de pesticidas no passado não causou o nível de declínio observado nas últimas décadas. “A agricultura intensiva em escala industrial é a que está matando os ecossistemas”, disse ele.

O autor é aparentemente ignorante relativamente à utilização de grandes quantidades de pesticidas “naturais” na agricultura biológica, alguns dos quais são altamente tóxicos para os insectos. Além disso, o artigo do próprio Sanchez-Bayo apresenta uma narrativa ligeiramente diferente. Como vemos na figura 6, do próprio artigo:

Neste gráfico, os pesticidas representam 12.6% dos problemas, segundo os cálculos dos próprios autores. Portanto, não se compreende bem esta fixação pelos pesticidas ignorando os outros fatores. Problema que já vimos replicado acima no que diz respeito às abelhas e pássaros. Mais uma vez, uma simplificação de um tema complexo.

Ainda assim, supondo que os 12,6% seja um número significativo, não é claro como os autores chegaram a ele. Na Tabela S2 do artigo, por exemplo, é identificado cada um dos 73 artigos da revisão juntamente com os “drivers” do declínio dos insectos identificados nesses estudos. Dos 20 que identificam pesticidas, 17 também reportam outros agentes importantes, incluindo mudanças climáticas, doenças, destruição de habitats e outros poluentes. Como alguém separa todos esses fatores, muitas vezes agindo em paralelo, para atribuir esta percentagem aos pesticidas? Os autores não fornecem nenhuma orientação.

Depois, alguns dos estudos usados para “culpar” os pesticidas apenas especulam sobre os causadores da diminuição de insectos estudada e não apresentam nenhum dado concreto que permita concluir que essa é uma causa importante. Como por exemplo, este estudo sobre a diminuição de abelhões na América do Norte. Mas foi considerado pelos autores da revisão, como sendo um dado objetivo a ter em conta. Mas pior…os autores dizem o seguinte:

“Várias análises estatísticas multivariadas e correlativas confirmam que o impacto dos pesticidas sobre a biodiversidade é maior do que o de outras práticas agrícolas intensivas (Fuentes-Montemayor et al., 2011; Gibbs et al., 2009; Mineau e Whiteside, 2013).”

No entanto, o estudo de Fuentes-Montemayor, citado pelos autores da revisão, não encontrou nada disso. Ele foi projetado para analisar a eficácia da agricultura menos intensiva (com menor uso de pesticidas e fertilizantes) na reversão do declínio das espécies estudadas – neste caso, morcegos. Os resultados foram inesperados: os níveis de atividade de morcegos eram geralmente menores nas quintas envolvidas no tipo de agricultura menos intensiva em comparação com as que adotaram a agricultura intensiva. A abundância total de insectos (não incluindo os Lepidoptera) foi quase duas vezes maior nas quintas de agricultura intensiva. De alguma forma, no entanto, na revisão apocalíptica, este artigo serviu para demonstrar exatamente o oposto do que os autores originais encontraram. Mais uma vez, os autores da revisão parecem sofrer de um grave viés de confirmação.

Depois temos a questão da agricultura intensiva, considerada como o fator mais importante na perda de população de insectos. Sim…infelizmente a agricultura intensiva é um problema. No entanto, a agricultura biológica não é solução já que optar por esse método de cultivo levaria a uma maior destruição dos habitats dos insectos e apenas agravaria o problema. Mais uma vez, a ideologia à frente da ciência.

Conclusão

Sem dúvida que é preciso fazer mais e melhor pelo ambiente e pela conservação das espécies. Mas este tema está infetado por ideólogos (ou pelo menos maus cientistas), que apenas descredibilizam esta luta. Apenas dão argumentos aos negacionistas para continuarem a ser negacionistas.

Os fins não justificam os meios. Nós, “leigos”, não queremos cenários apocalípticos baseados em má ciência. Queremos a verdade. Porque só com a verdade, com dados realistas, conseguimos tomar decisões acertadas para o bem comum.

Reparem que a comunicação social foi rápida em promover estas narrativas e praticamente silenciosa nas críticas apontadas às mesmas. A comunicação social, voluntária ou involuntariamente, é conivente com estes ideólogos que minam o conhecimento científico para vender a sua agenda. Para a população geral, a mensagem é esta: o mundo está à beira do abismo. Para os racionalistas, este estudo é mais um tiro na credibilidade das revistas científicas e, certamente, na credibilidade destes cientistas em particular.

Termino com um artigo de 2010,  que estudou de forma exaustiva o declínio de todas as espécies no Reino Unido. Em contraste, apontava para um ritmo de extinção de 1 a 5% por século. Ritmo que também inclui os insectos. Também referem que a grande maioria dessas extinções ocorreu antes do período de intensificação agrícola e do surgimento dos pesticidas modernos que começaram, aproximadamente, na década de 1950. É estranho como 10 anos depois, o ritmo tenha disparado desta forma e os grandes culpados sejam, de repente, os pesticidas. Sendo que os pesticidas usados hoje em dia serão menos tóxicos que os utilizados há décadas atrás. E, por incrível que pareça, nos países desenvolvidos o uso de pesticidas e fertilizantes estabilizou ou diminuiu em termos absolutos e diminuiu de forma importante na avaliação per capita (artigo e artigo). Mas isto não faz notícia.

Dr. João Júlio Cerqueira

Médico Especialista em Medicina Geral e Familiar

O artigo foi publicado originalmente em Scimed.

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