Núcleo Regional dos Açores celebra protocolo para criação de Centro Integrado de Ecoterapia

Núcleo Regional dos Açores celebra protocolo para criação de Centro Integrado de Ecoterapia

O Núcleo Regional dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro celebrou um protocolo de cooperaçãocom a Secretaria Regional da Agricultura e Florestas, através da Direção Regional dos Recursos Florestais, para a cedência de um espaço na Reserva Florestal de Recreio do Pinhal da Paz, em Ponta Delgada, com vista à criação e dinamização do Centro Integrado de Ecoterapia.

O Centro Integrado de Ecoterapia é um projeto de “cuidados ao doente que pretende desenvolver atividades assentes numa metodologia de “cuidados verdes”, através de atividades interdisciplinares assentes em três eixos de trabalho denominados: “Banhos de Floresta”; “A ilha das emoções – Biblioteca & Jardim Sensorial de Saúde e Bem-estar”; e “Educação ambiental através da Land Art”, refere o Núcleo Regional em nota de imprensa.

A metodologia tem por base o apoio socioambiental, no qual a natureza é utilizada para promover e manter a saúde e o bem-estar pessoal. Além da dimensão terapêutica, existirá uma extensão orientada para a Educação Ambiental que pretende sensibilizar a comunidade para a conservação dos ecossistemas e da biodiversidade através de estratégias criativas e da arte ambiental.

Mónica Martins, presidente do NRA LPCC, que falava na cerimónia de assinatura do protocolo, afirmou que o projeto “constitui mais um passo em frente, no apoio que podemos prestar ao doente oncológico e à família”, reforçando que o NRA da LPCC “continua a trabalhar arduamente, em todos os domínios da nossa competência, para melhorar os apoios dentro das nossas áreas de missão”, disse citada na mesma nota.

O protocolo de cooperação e colaboração assinado entre a Secretaria Regional da Agricultura e Florestas e o Núcleo Regional dos Açores cumpre o “objetivo e missão de ambas as partes envolvidas, permitindo o desenvolvimento e valorização dos espaços verdes, promovendo o papel da floresta e a sua importância para o bem-estar das populações, apoio ao doente oncológico e família, promoção da saúde e do bem-estar conectando a pessoa com a natureza e assim contribuir e assim contribuir para estilos de vida saudáveis”.

O artigo foi publicado originalmente em Açoriano Oriental.

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