Mercadona aposta no morango nacional

Mercadona aposta no morango nacional

A Mercadona iniciou a colaboração com a Sudoberry, fornecedor especialista de frutos vermelhos, à qual comprou mais de 150 toneladas de morangos em 2020, quantidade que prevê aumentar ao longo do presente ano, reforçando assim a sua aposta no sector primário. Esta parceria teve início em 2019 e, desde então, este produto de origem portuguesa encontra-se à venda nas lojas da cadeia de supermercados em Portugal.

Os morangos nacionais da Mercadona provêm do litoral alentejano, beneficiando do clima ameno e da proximidade marítima para «obter a melhor qualidade» e possibilitando a produção entre Janeiro e Outubro, tanto em estufas como em campo aberto.

Além disso, as embalagens nas quais se encontram os morangos são recicláveis e elaboradas com material reciclado, uma preocupação conjunta da Mercadona com os seus fornecedores, como parte do compromisso da empresa de reduzir os plásticos dentro da sua Estratégia 6.25.

Com o lema de que “Em Portugal somos portugueses”, a Mercadona tem vindo a colaborar com mais de 300 fornecedores nacionais e a apostar «num relacionamento estável, de compromisso a longo prazo e baseado na transparência», sublinha o Grupo.

O trabalho realizado em conjunto com o sector primário permite à empresa «criar um projecto comum, fruto do desenvolvimento da Cadeia Agroalimentar Sustentável da Mercadona, baseado na estabilidade, produtividade e diálogo, com o objectivo de promover o crescimento partilhado e sustentável».

Susana Ferreira, responsável de Vendas e Logística da Sudoberry, refere: «A nossa parceria iniciou em 2019, quando fomos contactados pelo Departamento de Compras da Mercadona e, mais precisamente, o primeiro envio foi no final de Junho. Temos crescido como produtores juntamente com a Mercadona, o que nos deixa muito contentes, colaborando com produto português para as suas lojas e assegurando o melhor nível de qualidade do produto para os clientes.»

Pedro Barraco, diretor de Sector Primário da Mercadona Portugal, destaca: «É necessário estar cada vez mais próximos do Sector Primário, através de um diálogo constante, transparência e união, o que nos permite planificar melhor todos os processos. Envolver os nossos fornecedores nesta visão geral de Cadeia Agroalimentar Sustentável permite-nos criar assim uma relação estável e de compromisso a fim de obter o melhor produto para o nosso ‘Chefe’ [cliente].»

O artigo foi publicado originalmente em Revista Frutas Legumes e Flores.

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