Madeira queimada do Pinhal de Leiria vendida na China

Madeira queimada do Pinhal de Leiria vendida na China

Instituto da Conservação da Natureza não sabe o destino final do pinho. Criados 33 parques com a meta de captar um milhão de toneladas para dar apoios, mas só receberam 158 toneladas.

Foram precisos quase três anos, mas a madeira queimada no incêndio que devastou o Pinhal de Leiria está finalmente quase toda vendida. E uma boa parte foi exportada para o mercado chinês, revela a associação que representa as empresas do setor. O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) escuda-se na lei para dizer que não sabe o destino final da madeira, porque a isso não é obrigado.

Segundo vários empresários do setor contactados pelo JN, muito do pinho que poderia ter entrado nos parques e assegurar matéria-prima por mais algum tempo para as indústrias de transformação nacionais acabou por sair para a China, um mercado menos exigente em termos de provas de vida e de certificados de qualidade. Consequência: muitas das empresas poderão ter sérias dificuldades por falta de matéria prima de qualidade. Pedro Serra, presidente da Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente (ANEFA), assegura que uma boa parte da madeira queimada “foi para a China”.

O artigo foi publicado originalmente em Jornal de Notícias.

Comente este artigo
Anterior Saiba Mais: Gestão florestal - Florestas.pt
Próximo Saiba Mais: Incêndios Rurais - Florestas.pt

Artigos relacionados

Sugeridas

Programa de Conferências na Agroglobal

Programa de Conferências na Agroglobal
Transmissão online em www.agroglobal.pt […]

Últimas

Condução do amendoal. INIAV e Torre das Figueiras promovem ensaios conjuntos

Na Sociedade Agrícola da Torre das Figueiras, no concelho de Monforte, impera a diversificação cultural, fruto de um forte investimento realizado nos últimos anos nas mais modernas técnicas de produção. […]

Últimas

Produtos fitofarmacêuticos: Classificação harmonizada de substâncias ativas

A DGAV informa que foi publicado o Regulamento de execução (UE) 2020/103 da Comissão de 17 de janeiro de 2020 que altera o Regulamento de Execução (UE) n.º […]