Luís Simões: fornecimento de bens essenciais em tempos de covid-19

Luís Simões: fornecimento de bens essenciais em tempos de covid-19

Luís Simões, operador logístico de referência na Península Ibérica, implementou um completo plano de acção para dar continuidade à sua actividade de forma segura e eficaz durante a crise da covid-19.

Apesar da natural e relevante quebra na sua actividade, o Grupo desenvolveu uma estratégia coordenada entre Portugal e Espanha que lhe permitiu fazer frente às novas exigências da procura, distintas do habitual, e ao mesmo tempo assegurar a protecção dos seus colaboradores e a excelência do seu serviço ao cliente.

O sector logístico é um dos que estão a desempenhar um papel fundamental para garantir o bem-estar da sociedade durante a pandemia. Nos meses de Março e Abril, a Luís Simões fez a gestão do transporte e distribuição de mais de 25.500 toneladas diárias de produtos de entre alimentação, bebidas e derivados de papel, como papel higiénico e embalagens de cartão, a que afectou diariamente mais de 2.250 veículos.

«Estamos a viver um momento crítico para o sector. Contudo, não podemos esquecer a nossa missão. Dedicamo-nos, principalmente, à logística de bens essenciais, que têm de continuar a chegar às famílias e às empresas. Os processos de produção de muitos dos nossos clientes foram afectados por esta situação e tivemos de ajustar as nossas operações para poder continuar a prestar um serviço de qualidade, garantindo o fornecimento dos seus produtos. Ao mesmo tempo, tivemos de aplicar rigorosos protocolos para garantir a segurança dos nossos colaboradores em todos os momentos», explicou Vítor Enes, director geral de Business Development da Luís Simões.

Com o objectivo de assegurar a saúde de todos os colaboradores, no início deste período de pandemia o operador logístico activou um Plano de Contingência com diferentes medidas – entre elas o teletrabalho para todas as equipas administrativas; a obrigatoriedade de medição da temperatura corporal a todas as pessoas que acedam a qualquer dos seus Centros; a restrição do número de colaboradores nos armazéns; a suspensão das viagens em trabalho e a substituição de reuniões e visitas por chamadas e videoconferências.

Para além disto, foi administrada a todos os motoristas formação e informação como actuar em ambientes e momentos adversos. Foram disponibilizados kits de segurança compostos por álcool-gel, máscaras e luvas, cuja entrega em Portugal e Espanha só foi possível graças ao trabalho conjunto dos Departamentos de Compras (que adquiriu os produtos), Copacking (que elaborou os kits), Recursos Humanos (que geriu a sua distribuição) e Transporte e Distribuição (que os fez chegar aos profissionais). Da mesma forma, a empresa assegurou, em todos os seus centros na Península Ibérica, materiais de protecção para a devida segurança de todos os que continuam a trabalhar no sentido de garantir o serviço e o abastecimento de produtos de primeira necessidade.

Simultaneamente, a Luís Simões uniu forças com outras entidades em diferentes iniciativas altruístas no sentido de contribuir para a luta contra a covid-19, entre as quais se destacam a associação com a Beiesdorf, que comercializa marcas como a Nivea e a Eucerin, para o transporte e a distribuição de produtos para hospitais em Portugal, e o acordo com o Super Bock Group para distribuir 14.000 litros de gel desinfectante em centros de saúde do País.

O artigo foi publicado originalmente em Revista Frutas, Legumes e Flores.

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