Isolados e sem comunicações, dois anos depois dos incêndios. “Se o lume voltar, o Estado pode vir tomar conta disto”

Isolados e sem comunicações, dois anos depois dos incêndios. “Se o lume voltar, o Estado pode vir tomar conta disto”

Isolados e sem comunicações, dois anos depois dos incêndios. “Se o lume voltar, o Estado pode vir tomar conta disto”

17 jun, 2019 – 06:20 • Joana Gonçalves

A aldeia de Marinha do Vale Carvalho, na Sertã, continua sem comunicações, dois anos depois do grande incêndio que devastou a zona. Os terrenos e as faixas de gestão de combustível permanecem por limpar. Os proprietários sentem-se esmorecidos, sem vontade de investir, e os concursos públicos estão desertos. Os moradores destas aldeias estão cada vez mais isolados. Este 17 de Junho assinala-se, pela primeira vez, o dia em memória das vítimas de incêndios florestais, dois anos depois da morte de 116 pessoas, no pior ano de incêndios florestais em Portugal.

O artigo foi publicado originalmente em Rádio Renascença.

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