Incêndios. Agência para a Gestão Integrada de Fogos promove formação com peritos norte-americanos

Incêndios. Agência para a Gestão Integrada de Fogos promove formação com peritos norte-americanos

A Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais promove formação com peritos norte-americanos para reforçar capacidade das instituições e dos seus técnicos de decidir melhor na gestão dos incêndios.

A Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) realiza esta terça-feira uma formação para reforçar a capacidade das instituições e dos seus técnicos de decidir melhor na gestão de combustíveis e na avaliação do risco de incêndio.

A formação, que conta com cerca de uma centena e meia de participantes, está a ser ministrada online por dois investigadores dos serviços florestais norte-americanos, que partilham com a comunidade técnica portuguesa “ferramentas de apoio à decisão na prevenção e supressão de incêndios nos Estados Unidos da América”, refere a AGIF, numa nota enviada à agência Lusa.

Segundo a AGIF, liderada por Tiago Oliveira, a ideia de base desta formação “é reforçar a capacidade das instituições e dos seus técnicos para que possam decidir melhor quando investem em gestão de combustíveis” e “saber quando e onde prevenir é decisivo para aumentar a eficácia da despesa do combate e reduzir a exposição ao crescente perigo de incêndio”.

A AGIF refere que neste workshop gratuito os cerca de uma centena e meia de participantes “vão contactar com ferramentas que estimam a probabilidade de risco de incêndio rural quando se altera a ocupação do solo, o seu uso, a carga combustível, o padrão ou a frequência das ocorrências em diferentes cenários meteorológicos”, além de permitir medir em quanto é que o risco de incêndio se alterou quando um ou mais vizinhos limpam o terreno e como isso beneficia uma ou outra comunidade ou paisagem.

Citado na nota, Arlindo Santos, adjunto para o Conhecimento e Inovação da AGIF, refere que estas sessões de formação “permitem adotar novas ferramentas de avaliação do risco de incêndio, através de simulações dinâmicas de base probabilística, tendo em vista apoiar as decisões estratégicas de planeamento de gestão de combustíveis”.

Segundo o responsável, o principal objetivo é garantir a transferência de conhecimento entre os peritos internacionais e os portugueses, sendo um trabalho que permite também estruturar a informação de base que, no futuro, irá alimentar estes sistemas”.

Esta formação com estes dois especialistas norte-americanos insere-se no programa de qualificação interna da AGIF.

Continue a ler este artigo no Observador.

Comente este artigo
Anterior ADIADO - SIMA - 6 a 10 de novembro - Paris
Próximo 2020 poderá ser o ano mais quente desde que há registos

Artigos relacionados

Últimas

O ICAAM deixa esta semana de existir para se tornar no MED

O ICAAM deixou esta semana de existir, para se juntar ao Cebal (Beja), MeditBio (Universidade do Algarve) e Cibio-Évora (Universidade de Évora) […]

Notícias florestas

Cortes rasos de árvores na Serra da Lousã motivam queixas às autoridades

Em causa está possível “gestão danosa” de Zona Especial de Conservação da Serra da Lousã, diz organização não-governamental Milvoz. Município também está preocupado. […]

Últimas

EU Rural Review nº 29 aborda os resultados do LEADER

A Rede Europeia de Desenvolvimento Rural (ENRD) publicou a EU Rural Review No 29 com o tema “LEADER Achievements”, onde dá […]