Fundação Galp vai plantar cerca de 110 mil árvores por todo o país até ao final de Novembro

Fundação Galp vai plantar cerca de 110 mil árvores por todo o país até ao final de Novembro

O Movimento Terra de Esperança, promovido pela Fundação Galp em parceria com a ANEFA, vai plantar cerca de 110 mil árvores de Norte a Sul do país até ao final de novembro. No total, são 15 municípios e mais de 5 mil voluntários.

Foi realizada recentemente, em Leiria, uma ação de reflorestação onde foram plantadas 12 mil árvores na Mata Nacional do Urso, na zona envolvente à lagoa da Ervedeira, a norte do Pinhal de Leiria.

A ação organizada em conjunto com a Câmara Municipal de Leiria contou com cerca de 500 voluntários e elevou para cerca de 185 mil o número de árvores já plantadas pelo Movimento Terra de Esperança desde novembro de 2017.

Além da ação de Leiria, o Movimento Terra da Esperança tem também no terreno, até ao final de novembro, um conjunto de iniciativas associadas à comemoração do Dia da Floresta Autóctone. Estas ações envolvem a colaboração de mais de 4.500 alunos de escolas dos municípios de Cascais, Torres Vedras, Mangualde, Braga, Monção, Manteigas, Celorico da Beira, Castelo de Vide, Évora, Mértola, Alcobaça, Lagos, Sardoal e Fornos de Algodres.

O Dia da Floresta Autóctone, que se comemora a 23 de novembro, foi criado com o objetivo de promover a divulgação da importância da conservação das florestas naturais, contribuindo para a preservação e para a expansão das nossas espécies indígenas, fomentando assim a biodiversidade da floresta portuguesa.

Um objetivo que cruza de forma natural e intrínseca com a missão do Movimento Terra de Esperança.

Com a plantação destas 110 mil árvores, o Movimento fica próximo de atingir um volume de 300 mil árvores plantadas desde finais de 2017. Recorde-se que no final desse ano a Galp anunciou a oferta de 500 mil árvores para plantar em todo o território português, de forma a ajudar na recuperação e reflorestação das áreas ardidas nos fatídicos incêndios do verão de 2017.

O artigo foi publicado originalmente em Voz do Campo.

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