Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    helicóptero de incêndios céu azul

    Incêndios: Cerca de 40 concelhos em perigo máximo no Centro e Algarve

    Gonçalo Lobo Xavier

    Distribuição chumba IVA zero: “Não estão reunidas as mesmas condições de exceção e de risco”

    ZOOTEC’26: Programa provisório disponível

    JOOP

    O consumidor japonês sobe de gama: o premium como porta de entrada num mercado que valoriza a qualidade

    Kiwa Portugal participa em webinar da AIP sobre ACV e DAP

    european commission

    Comissão lança Plataforma Europeia das Partes Interessadas na Resiliência Hídrica e Academia Europeia da Água

    ipma

    IPMA: Subida de temperatura a partir do fim-de-semana – Comunicado n.º 2

    Nutrition for Happiness lança plataforma digital na Feira das Colheitas

    Incêndios: Proteção Civil alerta para risco de queimas e trabalhos agrícolas

  • Opinião

    Solo: A Infraestrutura Invisível da Adaptação Climática

    Ibéria: a terra prometida a quem?

    O Impacto da agricultura regenerativa sobre os resultados económicos das explorações agrícolas

    Ibéria – a terra prometida

    O dia em que a Europa descobrir o elevado preço de não produzir

    As cooperativas não pagam IRC. E depois?

    500 milhões de Euros por Ano Não Chega Sem Planeamento

    António Covas

    O mundo paradoxal do nosso rural tardio e remoto

    Azeites de Portugal: tratar diferente o que é diferente

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Gonçalo Lobo Xavier

    Distribuição chumba IVA zero: “Não estão reunidas as mesmas condições de exceção e de risco”

    18/09/2026

    Produção de amêndoa deverá crescer 39%: Portugal Nuts diz que “os dados são promissores”

    18/09/2026

    Portugal Nuts e Demeter apresentam a primeira previsão nacional de produção de amêndoa para a campanha 2026

    18/09/2026

    Cotações – Ovinos e Caprinos – 7 a 13 de setembro de 2026

    18/09/2026

    Cotações – Bovinos – 7 a 13 de setembro de 2026

    18/09/2026

    Cotações – Aves e Ovos – 7 a 13 de setembro de 2026

    18/09/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
    helicóptero de incêndios céu azul

    Incêndios: Cerca de 40 concelhos em perigo máximo no Centro e Algarve

    Gonçalo Lobo Xavier

    Distribuição chumba IVA zero: “Não estão reunidas as mesmas condições de exceção e de risco”

    ZOOTEC’26: Programa provisório disponível

    JOOP

    O consumidor japonês sobe de gama: o premium como porta de entrada num mercado que valoriza a qualidade

    Kiwa Portugal participa em webinar da AIP sobre ACV e DAP

    european commission

    Comissão lança Plataforma Europeia das Partes Interessadas na Resiliência Hídrica e Academia Europeia da Água

    ipma

    IPMA: Subida de temperatura a partir do fim-de-semana – Comunicado n.º 2

    Nutrition for Happiness lança plataforma digital na Feira das Colheitas

    Incêndios: Proteção Civil alerta para risco de queimas e trabalhos agrícolas

  • Opinião

    Solo: A Infraestrutura Invisível da Adaptação Climática

    Ibéria: a terra prometida a quem?

    O Impacto da agricultura regenerativa sobre os resultados económicos das explorações agrícolas

    Ibéria – a terra prometida

    O dia em que a Europa descobrir o elevado preço de não produzir

    As cooperativas não pagam IRC. E depois?

    500 milhões de Euros por Ano Não Chega Sem Planeamento

    António Covas

    O mundo paradoxal do nosso rural tardio e remoto

    Azeites de Portugal: tratar diferente o que é diferente

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Gonçalo Lobo Xavier

    Distribuição chumba IVA zero: “Não estão reunidas as mesmas condições de exceção e de risco”

    18/09/2026

    Produção de amêndoa deverá crescer 39%: Portugal Nuts diz que “os dados são promissores”

    18/09/2026

    Portugal Nuts e Demeter apresentam a primeira previsão nacional de produção de amêndoa para a campanha 2026

    18/09/2026

    Cotações – Ovinos e Caprinos – 7 a 13 de setembro de 2026

    18/09/2026

    Cotações – Bovinos – 7 a 13 de setembro de 2026

    18/09/2026

    Cotações – Aves e Ovos – 7 a 13 de setembro de 2026

    18/09/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal
Francisco Gomes da Silva

Elos frágeis nas fileiras de base florestal

por AGRO.GES
11-03-2021 | 14:18
em Artigos científicos, Últimas, Sugeridas, Artigos Técnicos, Notícias florestas, Blogs, Florestas, Dossiers
Tempo De Leitura: 6 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

As Associações de Produtores Florestais e as Empresas Prestadoras de Serviço

O problema da(s) floresta(s) em Portugal é, na sua essência, um problema de economia: uma parte dos “produtos tradicionais” produzidos pelas florestas perderam o seu valor (i.e., não existe mercado que os valorize de forma adequada) e uma parte dos “novos produtos” que a floresta produz têm reconhecido valor (pela sociedade) mas não existem mecanismos que façam os seus consumidores/utilizadores pagar por eles o justo valor. E, sobre isto, existem cada vez mais sobrecustos, suportados pelos proprietários e gestores florestais, impostos por uma sociedade que olha a Floresta com cada vez maior desconfiança. E, no meio desta tempestade quase perfeita, dois elos essenciais das fileiras florestais – as Associações de Produtores Florestais e as Empresas Prestadoras de Serviço -, apresentam-se com fragilidades que a todos nos deviam preocupar. Expliquemo-nos.

As fileiras de base florestal em Portugal assentam sobre um vasto conjunto de proprietários e produtores florestais, que se caraterizam, com algumas exceções, por uma elevada debilidade económica e estrutural. Para isso contribui, por um lado, a estrutura fundiária de parte do nosso país e, por outro lado, o elevado nível de risco apercebido (e, muitas vezes, sentido) por esses proprietários (através de fatores de risco que se concretizam com elevada frequência) que impacta de forma relevante na rentabilidade das áreas florestais que gerem.

De entre os fatores de risco acima referidos, sublinharia a importância do risco associado à valorização económica de diversos produtos oriundos da Floresta ao mesmo tempo que a componente do “custo de exploração” (e às vezes de investimento) ligado à tentativa de valorização desses produtos tende a aumentar. Refiro-me às crescentes exigências que vão recaindo sobre os proprietários e gestores da Floresta em matéria de “limpeza dos terrenos” (com custos a suportar pelos próprios), em matéria de desenho da paisagem e noutras matérias ligadas com a produção de outros bens e serviços que a sociedade cada vez mais valoriza, mas que o mercado não remunera.

A consciência de que assim é tem vindo, embora muito lentamente, a ganhar terreno. É já frequente ouvirmos os responsáveis políticos abordar a necessidade de o Estado remunerar de forma adequada, e em nome da sociedade que representa, os chamados “serviços dos ecossistemas”. Mas o caminho será ainda longo e, até lá, novos custos irão recaindo sobre a Floresta, condicionando ainda mais a margem de manobra em matéria da sua gestão, desembocando com frequência na única opção vista como possível: o abandono.

Estas fragilidades, que se têm acentuado ao longo do tempo, e que reduzem de forma muito significativa o valor gerado e captado pelos produtores florestais, tendem a repercutir-se ao longo das fileiras, com impactos particularmente preocupantes a dois níveis:

  • no associativismo florestal, que tem cada vez maiores dificuldades em viabilizar a sua existência de forma a poder desempenhar os seus múltiplos papéis;
  • nas empresas prestadoras de serviços, que encontram junto dos produtores (o seu mercado) cada vez menos “valor” para remunerar os serviços que é suposto prestarem.

Em relação ao associativismo, a situação é particularmente preocupante. Recorde-se que estamos a falar de uma floresta que é privada, assente em algumas centenas de milhares de proprietários, muitos deles com reduzidas competências e formação, e com inúmeras dificuldades no acesso à tecnologia e aos mercados e responsáveis pela gestão de uma floresta particularmente necessitada. Nestas circunstâncias, o associativismo pode (e deve) desempenhar um papel crucial. Em Portugal, as Associações de Produtores Florestais já deram, aliás, provas disso mesmo. São peças essenciais na interlocução com o poder político e com o poder económico (indústrias e unidades de transformação), dando voz aos seus associados. Têm um papel único na capacidade de disponibilizar formação aos seus associados. São fóruns de debate e de procura incessante de soluções, quer a nível técnico e organizacional quer a nível comercial.

Ao contrário daquilo que se verifica com o associativismo de base agrícola, que tem sido (e bem) estimulado e financiado com instrumentos diversos, o associativismo de base florestal não beneficia de um modelo de financiamento estável, eficaz e transparente que lhe permita o desempenho das suas importantes funções. E era importante que beneficiasse. Numa época em que a Política Florestal parece virar-se cada vez mais para a intervenção pública sobre a coisa privada (sobre ela impondo servidões e ónus diversos, a bem dos desejos da sociedade), seria importante que tal mecanismo fosse criado. Estas Associações são peças essenciais para estruturar a gestão dos espaços florestais, podendo ver o seu financiamento determinado pelas funções que exercem. Seria igualmente uma excelente oportunidade para que as Associações em causa se modernizassem e reinventassem, tendo em conta aquilo que delas se espera no futuro. Tal como os produtores florestais seus associados, muitas Associações asseguram, elas próprias, a produção de verdadeiros bens públicos que o mercado não remunera. Não será certamente por falta de instrumentos financeiros (entre o PRR, o futuro PDR e o Fundo Ambiental) nem por falta de peso político da Floresta que este mecanismo de financiamento não será criado.

Um segundo elo que, nas fileiras de base florestal, evidencia fragilidades crescentes é o das empresas prestadoras de serviços. Recordemos que, na realidade nacional, é sobre estas empresas que assenta a quase totalidade da capacidade operacional em espaços florestais, corporizado na quase totalidade do parque de máquinas que opera na floresta. Numa situação de “floresta próspera”, estes prestadores de serviços não têm normalmente dificuldade em ver os seus serviços remunerados de forma adequada pelos proprietários e gestores florestais. Mas num processo de perca de valor das fileiras em causa, estes prestadores de serviço enfrentam dificuldades crescentes.

Também aqui a situação é muito diferente da que se observa nas fileiras de base agrícola, em que a parte mais significativa do equipamento é detida pelos agricultores e apenas algum equipamento mais especializado é utilizado em regime de prestação de serviços. Na Floresta, o enfraquecimento destes prestadores de serviços, e a obsolescência dos equipamentos que operam, poderá vir a traduzir-se numa redução efetiva da capacidade operacional sobre os espaços florestais. E é importante que tenhamos presente que estes prestadores de serviço tanto são importantes para a floresta de produção como para a floresta de conservação e/ou de proteção.

Assim, e tal como para as Associações de Produtores Florestais, também para as Empresas Prestadoras de Serviços florestais se torna urgente estruturar um programa que permita que estas empresas se modernizem e adequem àquilo que delas se espera. A floresta, enquanto espaço económico e social agradece. Mas agradece sobretudo enquanto espaço de ecossistemas relativamente frágeis, e que devem ser “operados” com a melhor tecnologia e equipamento. Sim, a “Silvicultura 4.0” está à porta e, sem as empresas prestadoras de serviços, dificilmente entrará nas nossas florestas e, através delas, em muitos dos nossos territórios.

Ler artigo em formato PDF


Francisco Gomes da Silva
DIRECTOR GERAL
[email protected]

O artigo foi publicado originalmente em AGRO.GES.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Porcos têm que ser registados em abril – DGAV

Próxima Publicação

Sextas Zootécnicas: Baseado em Factos Reais – 12 de março

Artigos Relacionados

helicóptero de incêndios céu azul
Nacional

Incêndios: Cerca de 40 concelhos em perigo máximo no Centro e Algarve

19/09/2026
Gonçalo Lobo Xavier
Nacional

Distribuição chumba IVA zero: “Não estão reunidas as mesmas condições de exceção e de risco”

18/09/2026
Últimas

ZOOTEC’26: Programa provisório disponível

18/09/2026
Próxima Publicação

Sextas Zootécnicas: Baseado em Factos Reais - 12 de março

Discussão sobre este post

Opinião

Últimas

Solo: A Infraestrutura Invisível da Adaptação Climática

por Maria João Sacadura
13/09/2026

Ler maisDetails
Últimas

Ibéria: a terra prometida a quem?

por António Reis Pereira
09/09/2026

Ler maisDetails

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

ZOOTEC’26: Programa provisório disponível

18/09/2026
JOOP

O consumidor japonês sobe de gama: o premium como porta de entrada num mercado que valoriza a qualidade

18/09/2026
Advertisement

Temas em destaque

Candidaturas PU Guerra Médio Oriente Mercosul ovibeja PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais vinho Água que Une

Eventos

Setembro 2026
STQQSSD
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30     
« Ago   Out »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OR

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OR

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.