EDIA promove a fertilidade dos solos através do projeto URSA: 5 de dezembro – Dia Mundial do Solo

EDIA promove a fertilidade dos solos através do projeto URSA: 5 de dezembro – Dia Mundial do Solo

Consciente da necessidade de implementação de boas práticas agrícolas e da importância do solo como recurso base da agricultura, a EDIA aproveita as comemorações do Dia Mundial do Solo (5 de dezembro), instituído pelas Nações Unidas, para destacar a página web no seu site dedicada ao projeto URSA – Unidades de Recirculação de Subprodutos de Alqueva. Este projeto tem como objetivo promover a melhoria da fertilidade dos solos através da incorporação de matéria orgânica produzida no contexto de regadio, reduzindo assim a sua suscetibilidade à erosão e à desertificação.

A primeira unidade URSA, em funcionamento na Herdade da Abóbada (Centro Experimental do Baixo Alentejo), em Serpa, tem por base a produção de fertilizante agrícola por compostagem, o qual é permutado com os agricultores em troca dos seus subprodutos orgânicos.

Com uma área de regadio em exploração de 120 000 hectares, a EDIA está a desenvolver parcerias para a criação de novas unidades que possam dar uma resposta ambientalmente adequada para valorização de subprodutos orgânicos.

O Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 para o setor agrícola, pecuário e agroindustrial implicou a criação de medidas mitigadoras, sequestradoras e de promoção da circularidade,  nas quais o projeto URSA se enquadra transversamente, uma vez que a incorporação no solo de fertilizante orgânico de qualidade produzido com os subprodutos orgânicos reduz, por um lado, a necessidade de adubação química, com forte peso na produção de gases de efeito estufa, e por outro lado, na criação de soluções duradouras de sequestro de carbono do solo, em vez da queima desses resíduos, os quais regressam ao início da fileira produtiva sem perder valor, representando o corolário da economia circular. A EDIA mantem a sua convicção que é possível conciliar a produção agrícola em larga escala com os mais modernos desafios ambientais e que o contributo do projeto de Alqueva para a neutralidade carbónica de Portugal, com projetos como a produção energética e a produção de composto, superará as elevadas potencialidades agrícolas e económicas de Alqueva num futuro em permanente mudança.

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