O candidato à Presidência da República, João Cotrim de Figueiredo, criticou a gestão da floresta em Portugal, responsabilizando os sucessivos governos por uma atuação marcada pela falta de planeamento e de antecipação.
Em declarações divulgadas pela SIC Notícias durante uma visita ao Memorial das Vítimas de Pedrógão Grande, Cotrim de Figueiredo afirmou que, no que diz respeito à floresta, “nada é feito a tempo”, apontando falhas estruturais na prevenção e na gestão do território. Para o candidato presidencial, o problema não reside apenas na resposta aos incêndios, mas sobretudo na ausência de políticas consistentes e atempadas que permitam reduzir o risco e proteger pessoas, bens e ecossistemas.
A intervenção insere-se no âmbito da campanha para as eleições presidenciais de 2026, na qual o antigo líder da Iniciativa Liberal tem vindo a destacar temas estruturais do país, entre os quais a gestão florestal e a prevenção dos fogos rurais.
Segundo Cotrim de Figueiredo, a floresta portuguesa continua a ser tratada de forma reativa, com medidas tomadas apenas após as tragédias, defendendo uma mudança de paradigma assente no planeamento de longo prazo e na valorização da gestão ativa do território.















































