Consumidores e produtores agrícolas reivindicam uma produção alimentar mais sustentável na Europa

Consumidores e produtores agrícolas reivindicam uma produção alimentar mais sustentável na Europa

Estudo realizado pela Corteva Agriscience™ e pelo Grupo FT revela que: 9 em cada 10 consumidores estão dispostos a pagar mais por alimentos mais nutritivos produzidos através de novas técnicas de cultivo.

A Corteva Agriscience ™ participou no estudo “Sistemas alimentares sustentáveis ​​na Europa [1]”, segundo o qual consumidores e agricultores europeus veem a sustentabilidade como uma prioridade absoluta e estão abertos a tecnologias inovadoras que possam produzir alimentos mais nutritivos.

O estudo foi solicitado pela Corteva Agriscience e realizado pela empresa Longitude do Grupo Financial Times. O documento é baseado em duas pesquisas envolvendo 600 proprietários e gestores agrícolas em França, Alemanha, Itália, Roménia, Reino Unido e Ucrânia e 2500 consumidores da França, Alemanha, Itália, Holanda, Polônia, Reino Unido e Ucrânia .

De acordo com o estudo, mais de dois terços dos agricultores entrevistados planeiam usar produtos derivados de novas técnicas de melhoramento nos próximos cinco anos, e mais de metade dos consumidores está disposto a aceitar essa tecnologia.

Outras conclusões também revelam que, aquando da compra de alimentos produzidos de forma sustentável, os consumidores dão mais importância a reduzir os resíduos, apoiar os pequenos produtores agrícolas e limitar a quantidade utilizada de produtos sintéticos de proteção das culturas. Também salienta os desafios que os produtores agrícolas enfrentam com a implementação de práticas mais sustentáveis – particularmente as sanções financeiras incorridas.

Por outro lado, e de acordo com os dados avançados pela Corteva Agriscience, o estudo demonstra que mais de um quarto dos produtores agrícolas consideram as exigências do consumidor o maior desafio no futuro imediato, acreditando que é tão importante como a pressão das pragas. Também reconhecem que a sociedade está aberta a novas técnicas de cultivo, tal como a edição genética CRISPR-Cas, com praticamente 9 em 10 a acreditar que os consumidores pagariam mais por produtos produzidos com estes métodos.

[1]
Clique aqui para ter acesso ao estudo completo

O artigo foi publicado originalmente em Voz do Campo.

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