Conferência sobre o Setor Olívicola – 16 de julho

Conferência sobre o Setor Olívicola – 16 de julho

A quarta conferência de Engenharia Agronómica, Alimentar e Zootécnica, o Colégio de Engenharia Agronómica – Norte recebe António Monteiro, da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte

O setor olivícola português é considerado um exemplo para a agricultura e tem uma grande importância na economia nacional sobretudo porque contribui diretamente para o aumento das exportações, para além de poder permitir a Portugal ser autossuficiente na produção de azeite.

O olival tem atualmente uma elevada posição estratégica no panorama de desenvolvimento rural no país. Qual a importância deste setor na economia portuguesa? Quais as potencialidades de crescimento?

O Colégio de Engenharia Agronómica da Ordem dos Engenheiros da Região Norte (OERN) organiza durante o mês de Julho um ciclo de conferências totalmente dedicado à Engenharia Agronómica,  Alimentar e Zootécnica. Estas conferências incidem sobretudo sobre o papel da agricultura e pecuária no contexto actual do país e da União Europeia e também sobre as cadeias de abastecimento.

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Programa

17h30 Enquadramento e Moderação: 

Divanildo Outor Monteiro, coordenador do Colégio de Engenharia Agronómica – Norte

17h50 Intervenção

António Monteiro, Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte

18h15 Perguntas do público

Sobre o convidado: 

António Monteiro, engenheiro Agrónomo pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa, atualmente é Técnico superior na Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte.

Olivicultor nos tempos livres, azeitólogo de vez em quando e azeitófilo quase todos os dias, curioso da história e das estórias da alimentação, cronista em jornais e revistas, enófilo e gastrónomo por desejo.

É autor de alguns livros  [A Oliveira – Recuperar o passado; Crónicas comestíveis – contando histórias de comeres; Estórias do azeite; O Azeite e as Azeitonas – Receitas da Rota do Azeite de Trás-os-Montes; Palavras do Olival; Comidas Conversadas – Memórias de Herança Transmontana; Identidades que se comem – da Rusticidade alheireira à intimista Lhéngua mirandesa; Amêndoa coberta de Moncorvo – na rota da doçaria barroca; Alheiras, e Alheira de Mirandela – do imaginário à materialidade da memória] e co-autor de outros [Etnobotânica – plantas bravias, comestíveis, condimentares e medicinais; A Amendoeira – Com especial referência a Trás-os-Montes e Alto Douro; Saber (a) Vinhais – contributo para uma Carta Gastronómica].

Distinguido com o Prémio Nacional de Literatura Gastronómica pela Academia Portuguesa de Gastronomia, Grão-Mestre da Confraria dos Enófilos e Gastrónomos de Trás-os-Montes e Alto Douro é também Membro da Academia de Letras de Trás-os-Montes.

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