A nova PAC (Política Agrícola Comum) deve proporcionar apoio económico aos agricultores e reconhecer a diversidade dos territórios europeus, evitando simultaneamente a burocracia e medidas que possam comprometer a competitividade do setor.
A pecuária europeia atravessa um período difícil. Os elevados custos de produção, a volatilidade dos mercados, a concorrência internacional, as alterações climáticas, os riscos sanitários e a crescente complexidade regulamentar estão a exercer pressão sobre a rentabilidade das explorações agrícolas. Ao mesmo tempo, pede-se ao setor que garanta a segurança alimentar, a sustentabilidade ambiental, o bem-estar animal e a vitalidade das zonas rurais. Neste contexto, a nova PAC pode ser um instrumento decisivo para revitalizar o setor. Mas, para tal, deve partir de uma condição essencial: sem explorações agrícolas economicamente viáveis, não pode haver um setor pecuário europeu competitivo e sustentável.
O rendimento dos agricultores continua a ser a principal prioridade
Os pagamentos diretos da PAC continuam a ser uma componente importante da estabilidade económica das explorações agrícolas. O seu papel não se limita a compensar as dificuldades do mercado, mas também a criar as condições para planear investimentos e dar resposta à transformação do setor. Para os criadores de gado, a sustentabilidade e a inovação exigem recursos. Modernizar uma instalação pecuária, melhorar a eficiência energética, introduzir sistemas digitais para monitorizar os animais ou tornar a gestão do estrume mais eficiente são medidas que exigem um investimento significativo. Ler artigo completo aqui.
Fonte: APIC















































