Cabeceiras de Basto: Queimas controladas para gerir combustíveis e renovar pastagens

Cabeceiras de Basto: Queimas controladas para gerir combustíveis e renovar pastagens

Os serviços especializados na defesa e gestão das florestas estão a fazer “várias ações” de queima controlada no Perímetro Florestal de Cabeceiras de Basto para gerir combustíveis e promover a renovação de pastagens, anunciou hoje a autarquia.

Em comunicado, aquela autarquia do distrito de Braga esclarece que esta operação visa “operacionalizar o Plano Municipal de Fogo Controlado de Cabeceiras de Basto,”

As queimadas são efetuadas pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) com a participação operacional das Equipas de Sapadores Florestais concelhias e distritais, da Brigada de Sapadores Florestais da CIM do Ave, dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses, do GTF de Cabeceiras de Basto e de vários técnicos e operacionais de queima.

A execução destas ações é articulada com a Comissão Municipal de Defesa da Floresta, com os Órgãos Gestores de Baldios e com os próprios pastores locais, salientando a autarquia que no ano passado foram geridos cerca de 45 hectares”.

Saiba quando se podem fazer queimas e queimadas em 2020

Comente este artigo
Anterior Marco de Canaveses com o segundo menor número de incêndios rurais da década
Próximo Capacidade das plantas para absorver dióxido de carbono pode vir a baixar para metade – estudo

Artigos relacionados

Sugeridas

Comissão alarga apoios públicos a seguros de créditos para exportação

A Comissão Europeia decidiu permitir que os exportadores europeus possam ter garantias públicas a cobrir os riscos de crédito à exportação para mercados onde se verifiquem restrições devido […]

Nacional

Covid-19: Produção de mel sofre quebra entre os 80% a 90% em Vila Pouca de Aguiar

A Feira do Mel do concelho de Vila Pouca de Aguiar realiza-se este ano com uma dimensão reduzida devido à covid-19 e divulga uma atividade que sofreu uma quebra de produção entre os […]

Últimas

Vinho dos mortos: tradição portuguesa renasce em vinícola brasileira


Enterrar garrafas de vinho é uma tradição portuguesa que remonta ao século XIX. Há uma quinta no interior de São Paulo, […]