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– 07-05-2004 |
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Angola : EuronAid defende reabilitação agrícola para combater falta de alimentosLuanda, 06 Mai "A prolongada guerra civil em Angola resultou na degradação generalizada do contexto agrícola, dando origem a uma situação crítica de insegurança alimentar a longo prazo", disse Renato Sanginliano, que falava na abertura do Fórum sobre Multiplicação de Sementes e Reabilitação Agrícola. O fórum, que decorre durante todo o dia na capital angolana, é uma iniciativa da EuronAid, a agência europeia de segurança alimentar, que financia actualmente vários projectos de reabilitação agrícola em Angola, num valor global de 42 milhões de euros. Segundo o secretário-geral da EuronAid em Angola, "o colapso dos sistemas de transporte e de comercialização e a presença de minas conduziram a uma redução das actividades produtivas em todos os sectores agrícolas". "No contexto de insegurança alimentar que ainda atinge vários partes do país, a reabilitação agrícola, através de intervenções sustentáveis, permanece primordial", salientou Renato Sanginliano. Este responsável lembrou que o acordo de paz assinado em Abril de 2002 entre o governo e a UNITA "propiciou o surgimento a nível nacional de um novo dinamismo, com repercussões positivas que se traduziram em novas abordagens pela comunidade humanitária". Nesse sentido, salientou que o fórum que hoje se realiza em Luanda permitirá "relançar aspectos como a necessidade de prosseguir os esforços de melhoria da segurança alimentar em Angola, a contribuição das organizações não-governamentais para esse esforço e os projectos de assistência agrícola, sobretudo a multiplicação de sementes". Por seu lado, o vice-ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Dário Catata, disse no seu discurso que o encontro é "muito pertinente", tendo em conta a "fase de planeamento da produção agrícola em curso no país" e o "processo de revisão das políticas de desenvolvimento do sector agrícola". "As necessidades nacionais em matéria de sementes são enormes", salientou, reconhecendo a débil capacidade da produção nacional de sementes agrícolas. Segundo Dário Catata, "este défice é devido às insuficiências de ordem estrutural que não permitem a sua aquisição nas áreas potenciais de produção e posteriormente a sua distribuição nas zonas carentes". "Para inverter esta situação, o governo elaborou três programas específicos, que visam a reprodução de sementes básicas, a multiplicação de sementes e a produção de sementes de milho híbrido e soja", explicou. A EuronAid, que possui 40 organizações não-governamentais associadas, encontra-se entre as principais agências humanitárias em Angola. Desde 2002, a EuronAid já distribuiu 33 mil toneladas de alimentos, 10 mil toneladas de sementes, nove toneladas de fertilizantes e 2,4 milhões de ferramentas agrícolas. Durante o ano passado, cerca de um milhão de pessoas receberam assistência da EuronAid e dos seus parceiros em Angola.
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