Alentejo: “Se produzíssemos mais, vendíamos mais” porcos à China

Alentejo: “Se produzíssemos mais, vendíamos mais” porcos à China

[Fonte: Tribuna Alentejo] Do matadouro da Maporal, em Reguengos de Monsaraz, saem todas as semanas perto de 150 toneladas de carne com destino ao oriente. “E se produzíssemos mais, vendíamos mais”, garante o CEO Marco Henriques ao Dinheiro Vivo.

O volume de negócios da Maporal vai ultrapassar em 2020 os 100 milhões de euros, resultado sobretudo de um surto de peste, que fez a China perder cerca de 25% da sua produção de carne de porco, o equivalente a toda a produção europeia. A empresa está já a ampliar o matadouro e vai passar de 70 para mais de 180 funcionários, mas admite nunca conseguir dar resposta a tanta procura. Anda segundo Marco Henriques “o que enviamos num ano não chega para alimentar uma província chinesa durante uma semana”.

“Nesta fase estamos a mandar todo o produto para a China por causa da sua situação específica, mas se eles pararem de comprar não teremos problema. Estamos a usar a China para catapultar o início do negócio, mas vendemos para mais de 40 países”, incluindo Coreia do Sul, Japão, Colômbia ou Chile.

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