A 3ª edição do Manual de Boas Práticas de Fabrico de Aguardente de Medronho já está disponível

A 3ª edição do Manual de Boas Práticas de Fabrico de Aguardente de Medronho já está disponível

A produção de medronho tem grande importância económica para zonas serranas e com tendência para aumentar, devido à necessidade de repensar a floresta portuguesa, com vista a criar um descontínuo florestal que é uma interessante medida de gestão de combustíveis contra incêndios.

A produção de aguardente de medronho de elevada qualidade analítica e sensorial é a maior preocupação dos produtores e, por isso, todos os contributos que possam culminar nessa qualidade são desejáveis.

Os autores:

Goreti Botelho é natural e residente em Viseu. Possui licenciatura em Enologia e Doutoramento na Área Científica das Ciências Agrárias – Ciência Alimentar pela Universidade de Trás os Montes e Alto Douro (UTAD, Vila Real) e licenciatura em Ciências da Nutrição pelo Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares (ISEIT), do Instituto Piaget (Viseu).

Possui o curso de pós-graduação em Nutrição e Dietética Aplicada ao Desporto, lecionado pela Fundação Universitária Ibero-Americana, certificado pelo Instituto Piaget, Almada, e o título profissional de Enólogo, sendo membro efetivo da Ordem dos Nutricionistas (Nº Cédula Profissional: 2995N).

Atualmente é Professora Adjunta no Departamento de Ciência e Tecnologia Alimentar, na Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) e investigadora integrada no CERNAS – Centro de Estudos de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade, sedeado na ESAC/IPC.

Participa em ações de formação e eventos técnicos e científicos de divulgação dirigidos a diversos públicos (escolas, produtores, quadros técnicos). Já Ludovina Galego é natural e residente em Faro.

Possui licenciatura em Ensino da Física pela Universidade Clássica de Lisboa, Mestrado em Tecnologia da Alimentar/Qualidade pela Universidade Nova de Lisboa e doutoramento em Química pela Universidade de Lisboa com dissertação com o tema “Bebidas espirituosas do Algarve”.

É membro do centro MeditBio – Centro para os recursos Biológicos e Alimentos Mediterrâneos. Membro de diversos projetos nas áreas de bebidas espirituosas, de plantas aromáticas e/ou da valorização de recursos silvestres do mediterrâneo e responsável pelo Laboratório de Enologia do Departamento de Engenharia Alimentar do Instituto Superior de Engenharia da Universidade o Algarve, onde é feito o controlo de qualidade de bebidas espirituosas desde 2007, sendo analisadas mais de 100 amostras de aguardente de medronho por ano.

Participa ainda em ações de formação e eventos técnicos e científicos de divulgação dirigidos a diversos públicos (escolas, produtores, quadros técnicos).

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O artigo foi publicado originalmente em Voz do Campo.

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