Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Newsletters
Agroportal
  • Login
  • Registar
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Espumantes do Douro estreiam-se no concurso da Vindouro em São João da Pesqueira

    “Podemos aprender e preparar-nos melhor para o futuro”, diz responsável da CCDR Alentejo

    Nos penhascos do Mondego nasce a solução para as cheias. Recuo de Girabolhos em 2016 custa 300 milhões

    water drops

    “Precisamos ter uma visão estratégica para a agricultura”, diz diretor-geral da Vitacress

    Brasil cria na Argentina reserva estratégica de antígenos contra febre aftosa

    Créditos: Jorge Oliveira

    Estratégia “Água Que Une” vai investir 129 milhões até 2030 para aproveitamento hidroagrícola do rio Mira

    pig

    Trabalhadores do matadouro do Cachão em greve por salários e subsídios em atraso

    EDIA

    EDIA disponibiliza para arrendamento 9 parcelas rústicas na Aldeia da Luz

    Moçambique e Bielorrússia aceleram cooperação na mecanização agrícola

  • Opinião

    Produzir bem já não chega: eficiência, estratégia e os desafios da engorda de bovinos

    Segurança Alimentar Europeia Como Ativo Estratégico

    Sabemos distinguir um frango do campo. Porque não conseguimos distinguir um Azeite de Olival Tradicional?

    Carlos Neves

    Promoções que despromovem a produção de leite de Portugal

    Georgete Felix

    O balanço invisível da agricultura

    Acordo UE-Mercosul

    Manuel Chaveiro Soares

    Melhoramento genético dos frangos de carne: importância para os consumidores e o ambiente

    A escolha certa!

    O azeite vale mais do que o preço que aparece na prateleira

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Almendras: sin apenas cambios en las cotizaciones

    18/07/2026

    Aceite: los precios del extra fueron los que más bajaron

    18/07/2026

    Destilação de subprodutos da vinificação – Reforço da dotação orçamental – Campanha 2025/2026

    17/07/2026

    Góis com 464 mil euros para reabilitar áreas florestais fustigadas pela Kristin

    17/07/2026

    Mais tempo para submeter a sua candidatura | Apoio ao investimento na floresta

    17/07/2026

    “Kristin? Agricultores ficaram desiludidos e nalguns casos, apoios foram insuficientes”, alerta presidente da Lusomorango

    17/07/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Agroportal
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados

    Espumantes do Douro estreiam-se no concurso da Vindouro em São João da Pesqueira

    “Podemos aprender e preparar-nos melhor para o futuro”, diz responsável da CCDR Alentejo

    Nos penhascos do Mondego nasce a solução para as cheias. Recuo de Girabolhos em 2016 custa 300 milhões

    water drops

    “Precisamos ter uma visão estratégica para a agricultura”, diz diretor-geral da Vitacress

    Brasil cria na Argentina reserva estratégica de antígenos contra febre aftosa

    Créditos: Jorge Oliveira

    Estratégia “Água Que Une” vai investir 129 milhões até 2030 para aproveitamento hidroagrícola do rio Mira

    pig

    Trabalhadores do matadouro do Cachão em greve por salários e subsídios em atraso

    EDIA

    EDIA disponibiliza para arrendamento 9 parcelas rústicas na Aldeia da Luz

    Moçambique e Bielorrússia aceleram cooperação na mecanização agrícola

  • Opinião

    Produzir bem já não chega: eficiência, estratégia e os desafios da engorda de bovinos

    Segurança Alimentar Europeia Como Ativo Estratégico

    Sabemos distinguir um frango do campo. Porque não conseguimos distinguir um Azeite de Olival Tradicional?

    Carlos Neves

    Promoções que despromovem a produção de leite de Portugal

    Georgete Felix

    O balanço invisível da agricultura

    Acordo UE-Mercosul

    Manuel Chaveiro Soares

    Melhoramento genético dos frangos de carne: importância para os consumidores e o ambiente

    A escolha certa!

    O azeite vale mais do que o preço que aparece na prateleira

  • Eventos
  • Dossiers

    Dossiers I

    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos

    Dossiers II

    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros

    Últimas

    Almendras: sin apenas cambios en las cotizaciones

    18/07/2026

    Aceite: los precios del extra fueron los que más bajaron

    18/07/2026

    Destilação de subprodutos da vinificação – Reforço da dotação orçamental – Campanha 2025/2026

    17/07/2026

    Góis com 464 mil euros para reabilitar áreas florestais fustigadas pela Kristin

    17/07/2026

    Mais tempo para submeter a sua candidatura | Apoio ao investimento na floresta

    17/07/2026

    “Kristin? Agricultores ficaram desiludidos e nalguns casos, apoios foram insuficientes”, alerta presidente da Lusomorango

    17/07/2026
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
Agroportal

EASAC apela à mudança na política de incêndios da UE

por Florestas.pt
03-06-2025 | 16:08
em Últimas, Notícias florestas, Blogs, Incêndios
Tempo De Leitura: 8 mins
A A
Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterEnviar para o WhatsappEnviar para o TelegramEnviar para o LinkedIn

A política de incêndios na União Europeia (EU) foca-se principalmente na supressão e nas respostas de emergências. Contudo, para dar resposta à nova de era de incêndios é necessário um quadro integrado e proativo para a gestão do risco ao nível da paisagem, que dê prioridade à prevenção, defende o relatório Changing Wildfires, publicado pelo EASAC – Conselho Consultivo de Ciências das Academias Europeias.

Os incêndios fazem parte dos ecossistemas naturais, mas a sua intensidade e escala têm vindo a aumentar globalmente nas últimas décadas. Na Europa, também a sua frequência e duração têm aumentado de forma significa e as projeções indicam que o sul europeu, principalmente, irá enfrentar incêndios de grande intensidade com maior frequência e duração.

A Europa já registou um aumento de 30% na área ardida em comparação com a média histórica, e prevê-se que este número continue a subir, refere o documento. Em Portugal, os fogos de alta intensidade aumentaram significativamente e a Grécia viu incrementos semelhantes na intensidade, extensão e frequência dos incêndios rurais, com as projeções a sugerir que o risco muito elevado de incêndio pode ampliar-se em até mais 40 dias anualmente nas regiões do sul e este europeu.

“No futuro, quase um quinto do sul da Europa poderá enfrentar risco extremo de incêndio com uma frequência tão elevada, como uma vez a cada dois anos”. Por isso, terá de “aprender a coexistir com o fogo e adaptar-se a esta paisagem em constante transformação”, alerta o relatório Changing Wildfires, elaborado pela EASAC, com os contributos de mais de 30 cientistas de vários países europeus, entre os quais os portugueses Tiago Oliveira (AGIF – Agência de Gestão Integrada de Fogos Rurais) e José Cardoso Pereira (ISA – Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa), como autores, e Helena Freitas (CFE – Centre for Functional Ecology, Universidade de Coimbra), como revisora.

O relatório traça, assim, um conjunto de soluções viáveis para que a União Europeia possa transitar de uma política de incêndios baseada na supressão e nas medidas de emergência para uma outra, assente numa abordagem integrada e agregadora, passível de criar sinergias entre as várias áreas estratégicas e de ação que se relacionam com os fogos rurais (das alterações climáticas à proteção da biodiversidade), atuando ao nível da paisagem e colocando a prevenção como prioridade.

Apresentado a 19 de maio de 2025, o documento dá enquadramento à “Estratégia Integrada para a Gestão de Risco de Incêndio”, divulgada em sequência pelo consórcio Firelogue. Esta estratégia recomenda, entre outras medidas, a criação de um organismo interagências da União Europeia que assuma a coordenação estratégica dos incêndios rurais no espaço comunitário e a introdução de uma Diretiva que harmonize os esforços de todos os Estados-Membros em torno de uma ação coordenada, sustentada nos conhecimentos científicos e nos avanços tecnológicos mais recentes.

O porquê de uma mudança na política de incêndios?

Embora a região mediterrânica seja aquela a que é reconhecido maior risco, o relatório Changing Wildfires identifica a necessidade de as restantes regiões, incluindo as alpinas e boreais, se prepararem também para esta nova era de incêndios, já que por detrás do aumento de risco está um conjunto complexo de fatores – ambientais e socioecológicos – que são estruturais e que, se nada mudar na política de incêndios ao nível europeu, terão consequências cada vez mais gravosas para a segurança e saúde ambiental e pública.

Apagar incêndios não é suficiente e torna-se fundamental garantir que eles não são geridos apenas como emergências, alerta.

Apesar de assinalar avanços importantes já efetuados, como o investimento em novas tecnologias de deteção e combate ou a criação de redes de colaboração internacional para partilha de conhecimento e recursos, a mensagem que deixa é clara: é essencial uma mudança de paradigma, uma vez que persistem lacunas em inúmeras áreas, desde a falta de financiamento e de envolvimento das comunidades à desarticulação entre as estratégias climáticas, de conservação e proteção civil.

Sublinha, assim, a necessidade de criar um quadro integrado de governação para o risco de incêndio na paisagem, suportado por uma harmonização política, centrado na prevenção e baseado na colaboração entre as partes interessadas, no desenvolvimento rural, na sensibilização para o risco, na alteração de comportamentos e numa eficaz gestão de risco.

3 mensagens a assumir com carácter de urgência

Neste sentido, baseando-se na análise e evidências recolhidas,  o relatório deixa três mensagens que aponta como urgentes:

1. Prioridade para implementar políticas de mitigação climática e uso do solo

Implementar rapidamente os planos existentes da UE para a mitigação e a adaptação às alterações climáticas, bem como as políticas de uso do solo, de modo a reforçar a capacidade e enfrentar o risco de incêndio exacerbado pelas alterações climáticas, pelo despovoamento rural, pelo abandono de terras agrícolas e pela transformação das paisagens.

A nova Lei da Restauração da Natureza deve também ser implementada sem demora, com particular foco no restauro das turfeiras europeias, que são fundamentais para evitar perdas significativas de carbono e mitigar os ciclos de retroalimentação das alterações climáticas. Recorde-se que as turfeiras (ecossistemas mais densos em carbono da Terra), armazenam aproximadamente 10 vezes mais carbono por hectare do que as florestas boreais.

2. Incorporar a avaliação de risco de incêndio nas iniciativas de biodiversidade e plantação de árvores

Assegurar que os cenários de risco de incêndio são devidamente avaliados e integrados antes da plena implementação, até 2030, da Estratégia 30×30 do Quadro Global de Biodiversidade Kunming-Montreal  (proteção de 30% do território terrestre e 30% dos oceanos até 2030, como forma de combater a perda de biodiversidade) e do programa europeu de plantação de árvores.

Quer isto dizer que não basta plantar árvores nem investir em restauro (sem critério) e que este género de iniciativas precisam de estar alinhadas com a gestão de paisagens adaptadas e resilientes ao fogo, para evitar consequências não desejadas, como o aumento da vulnerabilidade a incêndios em áreas reflorestadas e a exposição de grandes investimentos de restauro de ecossistemas ao perigo de incêndio.

3. “Viver com o fogo”: reforçar as intervenções em saúde pública e educação sobre o risco de incêndio

Dar resposta aos graves riscos para a saúde causados pelo fumo dos incêndios, especialmente junto das populações mais vulneráveis, através da melhoria da preparação e das intervenções em saúde pública.

Aumentar a consciencialização através de programas educativos abrangentes para todas as idades, promovendo a literacia sobre a temática do fogo, para que a sociedade seja capaz de se adaptar ao desafio crescente de “viver com o fogo” na Europa.

8 recomendações para uma política de incêndios integrada de longo-prazo

Identificando possíveis barreiras a ultrapassar para renovar a política de incêndios na Europa e os benefícios que podem ser retirados das ações concretas a implementar, o relatório deixa “oito opções” que funcionam como recomendações para os decisores. Em cada uma são propostas várias ações concretas, a exemplo das que aqui se resumem:

1. Adotar uma abordagem integrada para a redução do risco de incêndio

Transitar gradualmente do foco na supressão para uma abordagem equilibrada, que combine ações proativas e reativas. Integrar as políticas de incêndios nas estratégias de adaptação às alterações climáticas e gestão de desastres, adotando uma perspetiva multirrisco.

2. Implementar soluções baseadas na natureza

Aplicar soluções baseadas na natureza para reduzir o risco de incêndio e restaurar ecossistemas pós-fogo, aderindo à norma global desenvolvida para o efeito pela IUNC – União Internacional para a Conservação da Natureza. Promover o pastoreio como ação preventiva e aplicar técnicas de bioengenharia para estabilização de terras e controlo de erosão após o fogo são medidas concretas aconselhadas, a que se junta a recomendação de evitar a recolha de madeira após incêndio para reduzir a compactação do solo (passagem de máquinas).

3. Reconhecer o papel ecológico e cultural do fogo

O fogo é um elemento natural de determinados ecossistemas, que os molda e que está enraizado nas práticas tradicionais. Este seu papel precisa de ser reconhecido e as comunidades locais devem ser apoiadas na realização de queimadas seguras ou ações de fogo técnico. Em paralelo, deve ser promovida a queima controlada para a gestão de combustíveis e conservação da biodiversidade.

4. Fortalecer a capacidade de educação e comunicação sobre risco de incêndio

Integrar a gestão de incêndios e a literacia do fogo nos currículos escolares ao longo de todos os graus de ensino e criar programas de formação interdisciplinar (engenharia, ciências naturais e sociais) para profissionais de gestão do fogo.

5. Adotar a perspetiva da gestão da paisagem para reduzir vulnerabilidades

Promover paisagens em mosaico, para reduzir a continuidade de combustível, incentivar os sistemas agroflorestais, o pastoreio extensivo e as iniciativas de renaturalização com grandes herbívoros. Gerir a biomassa através de fogo técnico e pela presença de herbívoros. Usar espécies nativas para restaurar ecossistemas degradados e criar faixas de descontinuidade de combustível ao longo das estradas e das infraestruturas de energia.

6. Harmonizar as políticas sectoriais para reduzir o risco de incêndio

Rever e alinhar as políticas agrícolas, florestais, ambientais e de ordenamento do território para evitar impactes não desejados e indicações por vezes contraditórias, que acabam por aumentar o risco de incêndio. Este risco deve ser revisto em todas as políticas sectoriais para promover sinergias e deve ser avaliado também ao nível dos planos e programas nacionais.

7. Reduzir a expansão urbana dispersa e promover áreas urbanas compactas

Encorajar a formação de aglomerados, evitando a expansão nas interfaces urbano-rurais. Integrar a gestão de risco de incêndio no planeamento urbano, em particular em zonas suburbanas e periurbanas. Incentivar construções e zonas verdes mais resilientes ao fogo.

8. Promover práticas privadas de gestão sustentável da terra

Apoiar os proprietários privados na implementação de práticas adaptadas ao risco de incêndio, pois a sua ação tem um papel crítico na gestão da paisagem. Incentivá-los a seguir um uso do solo mais diversificado e a adotar práticas de gestão de áreas florestais, matos e pastagens com foco na resiliência ao fogo, incluindo o pastoreio extensivo e o corte raso de vegetação em excesso. O sector segurador deve ser incentivado a apoiar a gestão de paisagens adaptadas ao fogo.

O artigo foi publicado originalmente em Florestas.pt.

Imprimir Artigo
Publicação Anterior

Planta invasora pode passar de problema a solução: o jacinto de água já é transformado em fertilizante para a agricultura biológica

Próxima Publicação

AHSA quer ajudar a criar residência coletiva para trabalhadores agrícolas

Artigos Relacionados

Nacional

Espumantes do Douro estreiam-se no concurso da Vindouro em São João da Pesqueira

18/07/2026
Nacional

“Podemos aprender e preparar-nos melhor para o futuro”, diz responsável da CCDR Alentejo

18/07/2026
Nacional

Nos penhascos do Mondego nasce a solução para as cheias. Recuo de Girabolhos em 2016 custa 300 milhões

18/07/2026
Próxima Publicação
AHSA

AHSA quer ajudar a criar residência coletiva para trabalhadores agrícolas

Opinião

Últimas

Produzir bem já não chega: eficiência, estratégia e os desafios da engorda de bovinos

por Vítor Santos
12/07/2026

Ler maisDetails
Últimas

Segurança Alimentar Europeia Como Ativo Estratégico

por Pedro Santos
08/07/2026

Ler maisDetails

Subscrever as nossas newsletteres

Subscrever as nossas Newsletters Agroportal

Verifique na sua caixa de correio ou na pasta de spam para confirmar a sua subscrição.

Comunicados

EDIA

EDIA disponibiliza para arrendamento 9 parcelas rústicas na Aldeia da Luz

17/07/2026
EDIA

EDIA disponibiliza para arrendamento 83 parcelas de terreno

17/07/2026
Advertisement

Temas em destaque

Candidaturas PU Guerra Médio Oriente Mercosul ovibeja PAC pós 2027 Simplificação PAC Temporais vinho Água que Une

Eventos

Julho 2026
STQQSSD
   1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30 31   
« Jun   Ago »

Sobre Nós

O Agroportal.pt é uma plataforma de informação digital que reúne a informação relevante sobre agricultura. Tem um foco na Política Agrícola Comum e a sua aplicação em Portugal.

Menu

  • Quem somos
  • Relatórios anuais
  • Envie-nos informação
  • Publicidade
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha técnica
  • Proteção de Dados Pessoais
  • Disclaimer
Facebook twitter Circle Instagram Rss Feed

© Agroportal. All Rights reserved.

Bem-Vindo De Volta!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OR

Faça login na sua conta abaixo

Esqueceu-se da senha? Registar

Criar Uma Nova Conta!

Sign Up with Facebook
Sign Up with Google
OR

Preencha os campos abaixo para se registar

* Ao se registar-se no nosso site, você concorda com os Termos e Condições e a Política de Privacidade .
Todos os campos são necessários. Entrar

Obter a sua senha

Indique por favor o seu nome de utilizador ou endereço de E-mail para repor a sua senha.

Entrar
  • Login
  • Registar
Sem Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Sugeridas
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
    • Comunicados
  • Opinião
  • Eventos
  • Dossiers
    • Agricultura Biológica
    • Apoios
    • Artigos Técnicos
    • Biossoluções
    • Cadeia Alimentar
    • Fertilizantes
    • Financiamento
    • Fitofarmacêuticos
    • Florestas
    • Futuro da PAC
    • Inovação
    • Mercados e Cotações agrícolas
    • Newsletters e Revistas
    • Recomendações Agroflorestais
    • Seguros agrícolas
  • Serviços
    • Diretório
    • Emprego
    • Máquinas Agrícolas
    • Meteorologia
    • Terrenos Agrícolas
    • Arquivo Agroportal

© Agroportal. All Rights reserved.

Este site usa cookies. Ao continuar a utilizar este site, está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite a nossa Política de Protecção de dados e Cookies.