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10 Junho: Às voltas por uma floresta onde o eucaliptal abandonado se tornou “autóctone”

por Lusa
04-06-2024 | 08:17
em Nacional, Últimas, Notícias florestas
Tempo De Leitura: 7 mins
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Sete anos depois dos incêndios de Pedrógão Grande, alguma coisa mudou no território afetado pelos fogos. Há aldeias mais seguras e projetos que poderão mudar a paisagem, mas o eucaliptal abandonado está tão presente que quase parece “autóctone”.

Num primeiro olhar, quem passa pelo Itinerário Complementar 8, a caminho dos concelhos de Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera ou Pedrógão Grande, não consegue identificar as marcas dos incêndios daquele ano, o mais mortífero do país, com a paisagem marcada por uma extensão contínua de eucaliptal, já grande parte dele adulto e com altura suficiente para ser cortado.

Mas o professor da Escola Superior Agrária de Coimbra, Joaquim Sande Silva, e o técnico florestal da Câmara de Figueiró dos Vinhos, Rui Alves, chamam a atenção para marcas que escapam a um olhar desatento e desinformado: algumas árvores mortas, queimadas em 2017, ainda se avistam pelos montes, e espécies invasoras, como a acácia e a háquea, ganharam terreno.

Esses sinais representam algumas das consequências destes fogos – mais abandono dos terrenos, deixados à mercê da regeneração natural das espécies -, mas também há mudanças positivas, notou Rui Alves.

São exemplo disso os Condomínios de Aldeia (que asseguram um perímetro de segurança de 100 metros em torno das localidades), as limpezas junto às bermas das estradas ou as áreas integradas de gestão de paisagem (AIGP), que poderão afirmar-se como instrumentos para tornar o território mais resiliente aos incêndios.

Numa viagem pelo território, Rui Alves, de 50 anos, bombeiro há 20 em Castanheira de Pera, e Joaquim Sande Silva, que foi membro da Comissão Técnica Independente (constituída para analisar os incêndios de Pedrógão Grande), ajudam a compreender o que foi feito, o que falta fazer e os problemas que persistem aqui, mas que são extensivos a outras zonas do país.

No miradouro junto às Fragas de São Simão, em Figueiró dos Vinhos, Rui Alves aponta para o horizonte e diz que toda aquela área à volta estará abrangida pela AIGP da Aguda – serão mais de 900 hectares de floresta que será gerida com fundos do Plano de Recuperação e Resiliência.

Ali, propõe-se plantar pinho em solo de declive acentuado exposto a sul, aproveitar as manchas de sobreiros, diminuir a área de eucaliptal, mas manter áreas de produção desta espécie, criar florestas de carvalhos, castanheiros, olivais e zonas de pastagem.

“É importante não andar com invenções. É preciso aproveitar o que a Natureza já instalou”, comenta à agência Lusa Joaquim Sande Silva.

Mas enquanto a AIGP não é executada, o que se vê, além dos sobreiros que resistiram aos incêndios e uma área limpa junto aos passadiços e à linha de água que alimenta as Fragas, é eucaliptal que cresceu de forma espontânea – algum dele cuidado, muito não gerido.

“Nós olhamos para esta paisagem e é completamente impossível sabermos o que é que foi instalado pelo homem e aquilo que a Natureza fez”, observa o docente, dando nota da capacidade do eucalipto de colonizar novos terrenos.

Rui Alves, que se recorda de os pinheiros serem predominantes – a região é conhecida como Pinhal Interior -, considera que a zona tem uma apetência fora do normal para a produção de eucalipto.

Planta-se um e eles multiplicam-se, explica. “Dão-se lindamente. Esta é a terra deles”, acrescenta.

A AIGP, explica o técnico superior da Câmara de Figueiró dos Vinhos, permitirá também, com uma gestão centralizada, ultrapassar um dos grandes constrangimentos de grande parte do território nacional a norte do Tejo: muitas propriedades e todas de pequena dimensão.

Pouco depois, a viagem segue pela estrada nacional 236-1, onde se registou a maioria das vítimas mortais dos fogos de Pedrógão Grande.

Junto àquela via, foi erguido o memorial de homenagem a todas as vítimas dos incêndios de 2017 e também por ali passará o Presidente da República nas comemorações do 10 de Junho.

No local, é possível verificar a limpeza das faixas de gestão de combustível, e os eucaliptais próximos estão geridos, apesar de os fetos que entretanto cresceram taparem parte do trabalho.

“É um projeto da Biond [antiga Associação da Indústria Papeleira] de limpeza de povoamentos”, explica Rui Alves.

Joaquim Sande Silva congratula-se com o que vê e recorda que já depois dos incêndios todos aqueles terrenos estavam por gerir, mas o técnico florestal faz logo questão de avisar que o que se vê é limpeza, “não é ordenamento”.

Para provar o que diz, faz-se o caminho por uma estrada secundária da 236-1, num desvio de 200 metros para dentro da floresta.

“Esta é a nossa paisagem autóctone nos últimos anos”, diz Rui Alves, apontando para eucaliptal abandonado.

Joaquim Sande Silva remexe com a mão o solo. “Olhe a quantidade de material que fica aqui, no solo, a carga de combustível. São dez ou 15 centímetros de material seco acumulado para arder”, constata, referindo que o grande problema do eucalipto é a quantidade de material seco que acaba por acumular, num terreno não gerido.

Rui Alves socorre-se da sua experiência de bombeiro: “Isto a voar anda 500 metros, como material incandescente no ar”.

A viagem prossegue por estradas secundárias, onde já é recorrente verem-se as faixas de gestão limpas.

Joaquim Sande Silva olha para as bermas limpas e não deixa de esconder a sua frustração, quer no que se faz junto às estradas ou junto às linhas de distribuição de energia elétrica: “Fazem-se barbaridades na rede secundária. Abates de carvalhos, situações que nunca arderiam na vida e, a partir do momento em que se faz a intervenção, fica mais suscetível de arder”.

Segundo o docente, a legislação em vigor obriga a que as árvores estejam afastadas pelo menos quatro metros umas das outras, o que impede que haja ensombramento e, consequentemente, menos humidade no solo e mais mato.

Da perspetiva de um bombeiro, Rui Alves considera que as faixas “não servem para combater os incêndios” ou para travar incêndio algum, dando apenas “mais segurança aos operacionais”.

Enquanto operacional, defende que o que seria importante era o “corte do subcoberto [mato debaixo da copa das árvores]” e garante que a sombra poderia ser capaz de “baixar as chamas”.

“O problema é que isto foi tudo implementado pela proteção civil sem se ouvir a área florestal. As pessoas estariam mais protegidas se as árvores estivessem cá, desde que haja o cuidado de as desramar e remover o subcoberto, que é isso que alimenta o fogo”, vinca Joaquim Sande Silva.

Mais à frente, entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, Rui Alves dá sinal para se parar o carro, junto a um cruzamento.

A sul, vê-se Vale Vicente, uma aldeia do concelho de Figueiró dos Vinhos com cerca de uma dúzia de habitantes, facilmente identificada à distância pelo perímetro de segurança feito à sua volta – não se vê qualquer mancha florestal à volta da localidade.

“Está bem bonito”, comenta Rui Alves.

Apesar disso, na mesma direção, é possível ver tudo, o que há de bom e de mau no território – floresta limpa, abandonada, espécies invasoras como as háqueas e uma aldeia mais protegida do que estava em 2017.

“Se a minha aldeia tivesse aquilo feito, eu ficava em casa a ver passar o fogo. Com os projetos dos ‘Condomínios da Aldeia’, o que se pretende é dar segurança às populações e, numa segunda vertente, sensibilizá-las e treiná-las para o que fazer num contexto de incêndio rural”, explana.

Para Joaquim Sande Silva, o que se vê é “paradigmático daquilo que se consegue transformar na paisagem”, mas é uma gota de água: “Conseguimos transformar aquele bocadinho à volta daquela aldeia, mas depois olhamos para o resto da paisagem e vemos floresta não gerida, háqueas…”.

Este projeto tem seguido o seu caminho nos três municípios mais afetados pelos fogos de junho de 2017, com várias dezenas de projetos em execução ou a aguardar aprovação.

Pelo concelho de Castanheira de Pera, a caminho da serra da Lousã, a viagem continua junto a uma encosta, onde há pinhal limpo e bolsas repletas de acácias.

“Se não houver intervenção, toda aquela encosta será das acácias”, atesta Rui Alves.

O percurso termina numa zona em cogestão entre o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e baldios, já na serra da Lousã, mas ainda no concelho de Castanheira de Pera, junto à fronteira entre os distritos de Coimbra e Leiria.

Numa povoação de folhosas, sente-se um ar mais fresco e a humidade conseguida pelo ensombramento, mas floresta como aquela é uma raridade pelo território, nota Rui Alves, que viu o risco de grandes incêndios aumentar ao longo da sua vida.

“Quando entrei para os bombeiros há uns 20 ou 30 anos, dormia mais descansado do que durmo hoje”, salienta.

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