A Syngenta reuniu com os seus parceiros da Distribuição, no dia 11 de março, em Lisboa, e apresentou novas soluções para o controlo do míldio da videira – Orondis® Forte e Electis K-Plus – e para o controlo do míldio dos citrinos (Phytophthora spp) – Orondis® Vip.
Ronan de Hercé, diretor-geral da Syngenta para a Península Ibérica, participou na reunião, destacando a estabilidade que caracteriza a Syngenta e o seu forte investimento em investigação e desenvolvimento para disponibilizar novas soluções seguras e sustentáveis para os agricultores.

Gilberto Lopes, Field Technical Lead na Syngenta, destacou o ecossistema de inovação em produtos Biológicos na Syngenta, que ocupa o 2º lugar no ranking mundial neste segmento, com múltiplos produtos em carteira para lançar nos próximos 10 anos.
Leandro Serau, responsável financeiro da Syngenta na Europa, sublinhou a importância do negócio europeu de Proteção das Culturas para a estabilidade e a previsibilidade do negócio global da companhia, e afirmou a sua profunda admiração pelo trabalho da Distribuição ao levar aos agricultores as soluções de que necessitam.
João Machado, portfolio manager de fungicidas da Syngenta na Península Ibérica, revelou que num horizonte de 5 anos, a Syngenta disponibilizará um conjunto de produtos líder na indústria para responder às necessidades dos agricultores em Portugal. Para esta campanha apresentou três novidades para o controlo do míldio:

Orondis® Forte – fungicida específico para controlo do míldio da videira, à base de oxatiapiprolina (4%) e amissulbrome (14%), formulado em suspensão concentrada (SC). Deve ser aplicado nas fases entre as flores separadas e o bago de chumbo. Está autorizado à dose de 0,5 L/ha, a partir do pleno desenvolvimento vegetativo. Utilizar 0,2 a 0,3 L/ha/10 000 m² tLWA (área da parede foliar).
Electis K-Plus – fungicida protetor foliar à base de fosfonato de potássio (755g/L) e zoxamida (60g/L) para controlo do míldio da videira. Os tratamentos devem ser posicionados no momento da emergência da inflorescência e em condições favoráveis ao aparecimento da doença (BBCH 53-81), à dose de 2,5-3L/ha.
Orondis® Vip – fungicida específico para controlo do míldio dos citrinos (Phytophthora spp.), à base de metalaxil-M (174,4 g/L) e oxatiapiprolina (30 g/L). Os tratamentos devem iniciar-se no Outono, quando se verificar um abaixamento da temperatura e surjam as primeiras chuvas fortes e os frutos tenham cerca de 40% do tamanho final (BBCH 60-89). A dose máxima autorizada é de 0,525 L/ha.
«A Syngenta tem, com diferença, o melhor portfólio de proteção fitossanitária para a cultura da vinha em Portugal, cultura esta que representa 25% do mercado de fitofármacos. E no segundo maior mercado – o do olival com 15% – a Syngenta tem um portfólio bastante robusto e, com a entrada do Efuzin (Dodina) esta campanha, ainda ficamos mais capacitados. Já no terceiro maior mercado – o do tomate de indústria – o portfolio Syngenta de fungicidas e inseticidas é o melhor do mercado”, afirmou Paulo Machado, diretor comercial da Syngenta em Portugal, destacando os pilares que distinguem a Syngenta: a excelência e a estabilidade da sua equipa; a fiabilidade e a consistência de qualidade dos seus produtos e a rede de parceiros da distribuição mais qualificada.
Fonte: Syngenta















































