Projeto Florest@Conjunta: Os desafios globais das alterações climáticas e perda da biodiversidade como via para a gestão conjunta – 18 e 25 de junho

Projeto [email protected]: Os desafios globais das alterações climáticas e perda da biodiversidade como via para a gestão conjunta – 18 e 25 de junho

Nos próximos dias 18 e 25 de junho vão realizar-se, pelas 10h30, na presença do Secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Paulo Catarino, 2 webinars, para a apresentação do Projeto [email protected]

Esta é uma iniciativa da FENAFLORESTA – Federação Nacional das Cooperativas de Produtores Florestais, em parceria com a Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente (ANEFA), o Fórum Florestal, o Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria) e com a participação da Associação Florestal do Concelho de Ansião.

A primeira sessão (dia 18), acessível no canal do youtube [email protected], link disponível 24 horas antes, destina-se a fazer um retrato do estado atual da gestão florestal conjunta em Portugal, procurando aliar o desafio da gestão conjunta ao respeito pelas exigências do desenvolvimento global numa perspetiva sustentável.

→ Aceda aqui à primeira sessão ←

A segunda sessão (dia 25), no mesmo canal, à mesma hora, pretende debater o futuro da gestão florestal nas diferentes perspetivas e analisar de que forma o poder político poderá ajudar a encontrar os caminhos.

→ Aceda aqui à segunda sessão ←

A ideia deste projeto surgiu da necessidade de definir e identificar os diferentes modelos de gestão conjunta, classificando-os de acordo com as suas estruturas e definindo os responsáveis pela sua adequação, reunindo a informação de 30 modelos diferentes de gestão,  tendo criado e difundido um manual de gestão conjunta, divulgando  os bons exemplos e práticas em diferentes regiões de Portugal.

Isto porqueo Estado considera que lhe compete a si dinamizar a constituição de explorações florestais com dimensão que possibilite ganhos de eficiência na sua gestão, através de incentivos ao agrupamento de explorações, ao emparcelamento de propriedades e à desincentivação do seu fracionamento.

A promoção da gestão do património florestal nacional, pelo ordenamento das explorações florestais e da dinamização e apoio ao associativismo, é um dos objetivos da política florestal nacional consagrado na Lei de Bases da Política Florestal, Lei nº 33/96.

Recorde-se que para gerir a floresta de forma conjunta existem, atualmente, os seguintes modelos: Cooperativas Florestais, Associações Florestais, Organizações de Produtores Florestais (OPF’s), Empresas Florestais, Organizações de Comercialização de Produtos Florestais (OCPF), Baldios, Zonas de Intervenção Florestal (com 5 alterações regulamentares desde a sua fundação em 2005),  Unidades de Gestão Florestal (UGF), Entidades de Gestão Florestal (EGF) e gestão agrupada de forma formal e informal.

Estas Sessões contam com o apoio da CONFAGRI.

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