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– 29-04-2005 |
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Ovibeja: Com a seca no horizonte, Beja vai acolher "romaria" de pol�ticosBeja, 28 Abr Assumindo-se como a maior feira do Sul do Pa�s, a Ovibeja, que j� vai na 22� edição, decorre no Parque de Feiras e Exposi��es da cidade até 8 de Maio e � organizada pela Associa��o de Criadores de Ovinos do Sul (ACOS). Este ano, estáo previstos perto de 300 mil visitantes e, devido � seca em que a regi�o está "mergulhada", a feira vai ser o palco privilegiado para as reivindica��es dos agricultores serem entregues, directamente, aos pol�ticos. "O certame traz a Beja muita gente com poderes de decisão. Pelas mais-valias que representa, a feira não foi directamente afectada pela seca, mas esse � um dos muitos temas em cima da mesa", argumentou hoje Manuel Castro e Brito, respons�vel da organiza��o. As preocupa��es dos agricultores quanto aos in�meros preju�zos decorrentes da falta de chuva, v�o ser lembradas por Castro e Brito, Também presidente da Federa��o das Associa��es de Agricultores do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral (FAABA). Isto porque, além de estar prevista a presença do Presidente da República, Jorge Sampaio, na sessão oficial de abertura (s�bado, �s 15:00), acompanhado do ministro da Agricultura, Jaime Silva, muitos são os pol�ticos e governantes que a organiza��o espera nos nove dias da feira. "A Ovibeja vai contar com as presenças do primeiro-ministro, Jos� S�crates, dos l�deres dos principais partidos, deputados, eurodeputados e muitos mais respons�veis por áreas-chave do Pa�s", garante a ACOS, dando conta de uma "romaria" ainda sem datas espec�ficas. O presidente da ACOS lembrou que a feira, em cada edição, tem sido o "enfoque que aglutina os interesses da regi�o", captando sempre as aten��es do poder pol�tico, ainda para mais em ano de seca. "Os decisores, tradicionalmente, v�m � Ovibeja divulgar boas novidades e, este ano, existe uma expectativa porque os respons�veis sabem o que se passa e que estamos a viver uma seca que, segundo os meteorologistas, não existe h� 300 anos", frisou. Insistindo que a seca "vai afectar as empresas agr�colas", tanto as de maior dimensão como as de economia familiar, Castro e Brito real�ou Também os preju�zos na pecu�ria e nas culturas arvenses: "não vai haver produ��o na regi�o". "Os olivais, o montado e outras �rvores não estáo a germinar bem e, por outro lado, a falta de �gua acelera as pragas. O panorama � muito mau e quem vive nos centros urbanos não compreende os problemas que atravessamos", asseverou, defendendo ser imperioso que "toda a gente defenda" este sector econ�mico.
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