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– 25-08-2004 |
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Florestas : Plano nacional de protec��o contra inc�ndios em Março 2005Figueira da Foz, Coimbra, 24 Ago Em declarações aos jornalistas na Figueira da Foz, no final de uma visita � Serra da Boa Viagem e Mata de Quiaios, onde se inteirou de um programa de preven��o e vigil�ncia contra inc�ndios, promovido pelo servi�o Municipal de Protec��o Civil local, Costa Neves afirmou que em Portugal "está em curso uma revolu��o" na área da protec��o da floresta. "Estamos a assistir a uma profund�ssima revolu��o iniciada no ano passado, mas os resultados s� seráo vis�veis ao fim de cinco anos. E, para que os resultados sejam o que queremos, s� no espaço de uma gera��o", sublinhou o ministro. "E não vou falar em pactos de regime, mas [a protec��o da floresta] � algo que tem de ser continuado pelos governos que se seguem", acrescentou. Quanto aos objectivos que as medidas governamentais na área da protec��o da floresta se prop�em atingir, o ministro recusou, por agora, quantific�-los, remetendo para a apresentação do plano. Costa Neves referiu, no entanto, que o investimento na protec��o da floresta em 2004 ascende a 90 milhões de euros, "quatro vezes mais do que em 2003", disse. Lembrando que o Governo "atribui prioridade clara �s florestas", o ministro criticou o programa do anterior governo, afirmando que apenas "continha um par�grafo, tr�s ou quatro linhas" dedicados ao tema. "Este tem todo um plano de ac��o, até ao ano passado existiam iniciativas avulsas, suportadas em relativo pouco dinheiro, sem programa de ac��o", considerou. além do plano nacional de preven��o a protec��o, a tutela pretende que, até final de 2004, todos os munic�pios portugueses tenham uma comissão de defesa da floresta contra inc�ndios. "Vamos acelerar isto até � exaust�o, gostaria que até final do ano esse trabalho estivesse feito", afirmou Costa Neves, revelando que o diploma legal que faz o enquadramento das comissões municipais foi j� assinado pelo secret�rio de Estado das Florestas. Ali�s, o ministro destacou o papel "essencial" das autarquias na protec��o da floresta e preven��o de inc�ndios, apelando � colabora��o e articula��o das diversas entidades com responsabilidades na área. "Eu detesto o espôrito de capelinhas, � das coisas piores que h� em Portugal. Quando cada um come�a a lutar pelo seu espaço, estáo a cometer o pior dos crimes. A no��o de interdepend�ncia � essencial, se não houver articula��o estaremos perante um falhanão", alertou. Segundo a Direc��o Geral dos recursos Florestais, entre 01 de Janeiro e 15 de Agosto arderam em Portugal cerca de 104 mil hectares de terreno, menos 267 mil hectares do que em igual período de 2003.
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