Centromarca saúda passo importante rumo a uma cadeia alimentar mais justa

Centromarca saúda passo importante rumo a uma cadeia alimentar mais justa

[Fonte: Centromarca – Associação Portuguesa de Empresas de Produto de Marca]

A Centromarca – Associação Portuguesa de Empresas de Produto de Marca saúda o voto da maioria dos deputados do Parlamento Europeu a favor da promoção de uma cadeia de abastecimento alimentar mais justa ao proibir o uso de práticas comerciais desleais.

Esta ação pretende melhorar as condições comerciais dos 11 milhões de agricultores e 293 mil produtores na Europa, bem como de muitos outros fornecedores fora da UE, quando vendem os seus produtos no mercado europeu.
A diretiva traz mais certeza e clareza aos que compram e vendem produtos agroalimentares ao longo da cadeia de abastecimento. Ao proporcionar um nível mínimo de harmonização em toda a UE, os decisores políticos deram um passo significativo na luta contra práticas comerciais desleais.

Apesar de Portugal possuir uma legislação específica no combate a estas mesmas práticas desleais – legislação que produziu resultados efetivos e que se encontra neste momento em fase de conclusão do seu processo de atualização -, a Centromarca considera da maior relevância a aprovação desta diretiva e a criação de uma harmonização mínima legislativa, dando eco às preocupações sentidas em todo o espaço da União Europeia.

Nuno Fernandes Thomaz, Presidente da Centromarca, refere que “a aprovação da nova diretiva europeia em matéria de Práticas Comerciais Desleais, conjugada com a atualização em curso da legislação portuguesa relacionada com as Práticas Restritivas do Comércio e a progressiva implementação do Código de Boas Práticas Comerciais na cadeia agroalimentar, dotam todos os operadores no mercado nacional de regras equilibradas e objetivas que promovem e premeiam as melhores práticas, mas que também previnem e penalizam os comportamentos abusivos”.

O responsável acrescenta ainda que “esta mistura de regulação e autorregulação, nacional e europeia, estabelece regras e mecanismos de dissuasão e cria consensos e compromissos que, se devidamente adotados e implementados, evitarão ou, pelo menos, diminuirão desnecessárias tensões entre as partes, focando as energias dos operadores naquilo que é realmente relevante: a produção, a qualidade, o investimento, a inovação, a experiência de compra e a satisfação do consumidor”.

Comente este artigo
Anterior Oferta de emprego - Engenheiro Agrónomo / Biotecnologia – Póvoa de Varzim
Próximo Sogrape – um exemplo mundial de viticultura sustentável

Artigos relacionados

Ofertas

Oferta de emprego – Técnicos Agrícolas – Projeto IFAP / SGS

Projeto IFAP / SGS: Campanha 2019 – Junho a Dezembro

Queres fazer parte de um projeto motivador, com o qual te identifiques e cuja abrangência e relevância pode fazer a diferença no panorama nacional?

O que procuramos:

Pretendemos admitir
Técnicos Agrícola (M/F), com o seguinte perfil:

Licenciatura
em Engenharia Agronómica, […]

Comunicados

GP PCP: pergunta ao Governo sobre a utilização de meios próprios pela Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão para a concretização dos seus projetos no âmbito do PDR 2020

No passado dia 11 de junho, uma delegação do PCP, integrando o deputado Paulo Sá eleito pelo Algarve, reuniu com a Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, em Barranco do Velho, tendo tomado conhecimento de um problema relacionado com a utilização dos meios próprios […]

Comunicados

www.syngenta.pt – Syngenta renova website

Já está online o novo website da Syngenta! Mais dinâmico e interativo, permite uma navegação intuitiva e melhor acesso a toda a informação sobre a atividade e novidades da Syngenta em Portugal.
A nova plataforma foi redesenhada na íntegra, de modo a constituir o cartão de visita da Syngenta em Portugal. […]