Candidaturas abertas à Oficina do Empreendedor da IBR Guimarães

Candidaturas abertas à Oficina do Empreendedor da IBR Guimarães

Etapa dirigida a qualquer pessoa que pretende lançar-se como empresário/a no ramo agrícola, pecuário, florestal, agroindustrial e serviços conexos.

A partir do dia 13 de janeiro, decorre o período de candidaturas à Oficina do Empreendedor, primeira fase do Programa de Incubação oferecido pela IBR Guimarães.

Esta primeira fase visa dotar os empreendedores de conhecimentos que lhes permitam criar e operacionalizar um plano de negócio de base rural. Destina-se, por isso, a toda e qualquer pessoa que sinta vontade e determinação em lançar-se como empresário/a no ramo agrícola, pecuário, florestal, agroindustrial, serviços conexos e tecnologia aplicada aos setores referidos, sem saber especificamente os primeiros passos que tem de dar.

A Oficina do Empreendedor tem a duração de cinco dias e está isenta de custos para o candidato. Neste período os selecionados terão acesso gratuito a um programa de imersão no empreendedorismo de base rural, composto por formação em sala, sessões teórico-práticas e visitas de estudo aos melhores casos de sucesso nesta matéria. Esta é a quarta edição da Oficina do Empreendedor que a IBR Guimarães se propõe a realizar, face ao elevado valor acrescentado gerado nos participantes das edições anteriores.

A segunda edição tem início previsto para 03 de fevereiro de 2020, podendo todos os interessados submeterem a sua candidatura entre os dias 13 e 17 de janeiro de 2020.

Os interessados deverão submeter a sua candidatura de acordo com o exposto no Aviso de abertura que poderá ser consultado aqui. Mais informações podem ser obtidas por e-mail, para o endereço ibr@cm-guimaraes.pt ou por telefone, através do número 253 421 200 (coordenadora Sónia Monteiro).

Com este projeto, o Município de Guimarães assume o seu desejo em facilitar as melhores condições para que empreendedores dinâmicos e proativos possam colocar todo o seu esforço e dedicação na criação do seu próprio negócio e, ao mesmo tempo, fomentarem o bom uso do solo e o desenvolvimento económico no concelho.

Comente este artigo

O artigo foi publicado originalmente em Voz do Campo.

Anterior Eleição e tomada de posse dos órgãos sociais da Federação Minha Terra
Próximo O regadio e o défice alimentar - José Martino

Artigos relacionados

Últimas

PSD quer saber se Governo vai reparar helicópteros Kamov

Numa pergunta dirigida ao ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, os parlamentares sociais-democratas lembram que da frota de meios aéreos do Estado fazem parte os helicópteros Kamov, […]

Últimas

Produtores do Oeste estimam colheita de 200 mil toneladas de pera rocha

A campanha da pera rocha arrancou esta segunda-feira com os produtores do Oeste a estimarem uma colheita de 200 mil toneladas do fruto cujo mercado se alargará […]

Nacional

Incêndios: Especialistas dizem que falta de fiscalização e formação permitiu “laxismo”

Especialistas em incêndios florestais defendem que tem faltado fiscalização e investimento na formação de técnicos para a elaboração dos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), […]