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– 04-05-2005 |
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Agricultura: Portugal deve apostar em produtos espec�ficos e de qualidadeParis, 03 Mai O governante falava � Agência Lusa � margem do f�rum da Organiza��o para Coopera��o e Desenvolvimento Económico (OCDE) intitulado "Os motores do futuro: Seguran�a, Estabilidade e Desenvolvimento", que teve in�cio na segunda-feira e encerra hoje com um debate sobre a agenda de Doha. A agenda de Doha, adoptada em 2001 pela Organiza��o Mundial do Com�rcio (OMC), define uma s�rie de objectivos para o com�rcio internacional, mas a falta de acordo em certas matérias tem adiado a abertura dos mercados dos países desenvolvidos ao terceiro mundo, nomeadamente do algod�o e do a��car. Embora reconhe�a que as negocia��es sobre o com�rcio internacional enfrentam um momento de "marasmo" e que esta abertura "não vai acontecer j� amanh�, Portugal tem de come�ar a preparar-se para isso", avisa Rui Nobre Gon�alves. "� um dossier complicado, em particular a questáo agr�cola", admite, notando "um certo pessimismo" entre os participantes do f�rum face � resist�ncia dos países desenvolvidos em abrir os seus mercados aos países em desenvolvimento. No entanto, sustenta que � este � apenas um "compasso de espera" e que "nem os americanos nem os europeus podem iludir-se que esta situa��o vai continuar e mais cedo ou mais tarde haver� liberaliza��o do com�rcio". Por isso, o secret�rio de Estado entende que "Portugal deve estar preparado para as mudan�as que a� v�m". "� preciso transformar (a ind�stria agr�cola) no sentido de produzir produtos espec�ficos e que se possam distinguir pela sua especificidade, por serem s� ser produzidos no nosso país, e pela sua qualidade", frisou. "Temos sectores que j� t�m tido algum desenvolvimento nesta área, como o vinho e o azeite, mas temos de apostar Também noutros, como o queijo e os produtos horto-frut�colas", acrescentou Rui Nobre Gon�alves. Como exemplo aponta a pôra rocha, a ma�� bravo esmolfe ou algumas variedades de cerejas, e defende que não se deve pensar apenas no mercado espanhol, mas Também no centro da Europa, onde se pode chegar rapidamente gra�as aos meios de transporte actuais. "A politica de desenvolvimento rural vai neste sentido e os apoios públicos v�o concentrar-se nestas áreas", revelou, �s quais espera que se juntem as "for�as e recursos pr�prios dos agricultores que não são de ignorar".
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