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– 14-05-2005 |
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Inc�ndios: Guardas florestais entram em greve a partir de domingo Lisboa, 12 Mai O pr�-aviso de greve da Federa��o Nacional dos Sindicatos da função Pública, a que a agência Lusa teve acesso, informa que os mestres e guardas que prestam servi�o na Direc��o-Geral dos Recursos Florestais (DGRF) exercer�o o direito � greve das 00:00 de 15 de Maio �s 24:00 de 15 de Junho. "Este ano decidiram colocar os guardas florestais em torres de vigia, substituindo o pessoal auxiliar ou agr�cola que, para o efeito, � contratado sazonalmente", afirmou � Lusa Rui Raposo, adjunto da direc��o da federa��o. Os guardas florestais recusam as novas funções alegando que apenas lhes compete fazer o policiamento e fiscaliza��o das florestas, da ca�a e da pesca em �guas interiores. Rui Raposo qualificou a vigil�ncia em torres de vigia como um "desrespeito pela dignidade profissional" dos guardas florestais e uma medida "inoportuna". "Dada a insufici�ncia de guardas [são pouco mais de 500 para todo o país], a ida de um guarda para uma torre de vigia vai obrigar a uma paralisa��o de toda a brigada que, obrigatoriamente [segundo uma directiva do director-geral dos Recursos Florestais], s� pode actuar com tr�s elementos", adiantou aquele respons�vel. As florestas estáo divididas em tr�s circunscri��es e, segundo Rui Raposo, o "problema" da vigil�ncia em torres coloca-se na do sul. No norte e centro, explicou, encontraram-se alternativas para não obrigar os guardas a ir para torres de vigia e esse trabalho vai ser feito pelo pessoal agr�cola da DGRF, que normalmente faz a limpeza e a manuten��o das matas. "No Sul, os dirigentes não acautelaram a situa��o, apesar de um despacho emitido no passado dia 10 pela Direc��o-geral referir que os guardas florestais devem ser um �ltimo recurso para as torres de vigia", explicou. A federa��o adiantou que o director-geral reafirmou hoje, numa reuni�o com os representantes do sindicato dos guardas florestais, que estes profissionais devem ser colocados nas torres de vigia "s� no caso de não haver outra alternativa". No final de Abril a federa��o pediu audi�ncias "com car�cter de urg�ncia" aos secret�rios de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas e ao director-geral dos Recursos Florestais, para discutir aquelas reivindica��es. "Como, até hoje, não houve resposta emitimos o pr�-aviso de greve", adiantou aquele respons�vel. A greve dirige-se a todos os guardas do Corpo Nacional da Guarda-Florestal a quem sejam dadas ordens para que passem a exercer tarefas nas torres de vigia, em detrimento das suas "normais" funções de policiamento e fiscaliza��o.
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