Em Entre Douro e Minho, área de mercado Entre Douro e Minho, foi dada por terminada a campanha de produção e comercialização da alface ao ar livre. Registou-se uma redução da oferta, que contribuiu para a subida das cotações à saída de produção (SP) do pimento verde estufa SP, categoria II, calibre >50, em caixa, de 75%, do tomate “Cereja” estufa SP, categoria I, não calibrado, em caixa, de 30%, do tomate “Coração de Boi” SP, grado, em caixa, de 21%, do tomate “Sulcado” estufa SP, categoria II, calibre 67-81, em caixa, de 20% e do tomate “Sulcado” estufa SP, categoria II, calibre >81, em caixa, de 19%. Em sentido contrário, um aumento da oferta, resultou numa desvalorização das cotações do espinafre SP, categoria II, em molho, de 21% e da couve “Penca” SP, categoria II não calibrada, em caixa, de 18%.
Na Beira Litoral, área de mercado Beira Litoral, registou-se um acréscimo da procura de couve “Roxa” SP, categoria II, calibre >350, em caixa, destinada à confeção de saladas, o que levou a uma subida da cotação de 17%. Por outro lado, a perda de qualidade apresentada pela couve “Repolho Liso” SP, categoria II, calibre >350, em caixa, conduziu a uma descida da cotação de 25%. Verificaram-se também desvalorizações nas cotações da couve “Brócolos” SP, categoria II, não calibrada, em caixa, de 17% e do pimento verde estufa SP, categoria II, calibre >50, em caixa, de 10%, devido ao aumento da oferta.
Na região Ribatejo Oeste, área de mercado Oeste, a maior parte da comercialização de produtos hortícolas realiza-se em leilão. Destacou-se a subida muito expressiva da cotação da abóbora “Tipo Francesa” SP, em palote, de 200%, impulsionada por um aumento da procura, associado a uma oferta quase inexistente e de melhor qualidade comparando com a semana anterior. Um aumento da procura e da oferta, contribuiu para a valorização da cotação do tomate “Redondo” SP, grado, em caixa, de 17%. Por sua vez, um ligeiro aumento da procura, aliado a uma oferta quase nula, favoreceu a subida das cotações do nabo sem rama SP, em palote, em 14% e da alface lisa estufa SP, categoria II, calibre >100, em caixa, em 13%. Também o ligeiro aumento da procura, associado a uma oferta média, resultou numa ligeira valorização das cotações do tomate “Coração de Boi” SP, grado, de 11% e da curgete SP, não calibrada, em caixa, de 10%. Quanto às descidas, a diminuição da procura, associada a um ligeiro aumento da oferta, de qualidade inferior e em níveis médios, conduziu à desvalorização das cotações da couve “Lombardo” SP, não calibrada, em caixa de 37%, do nabo com rama SP, em caixa, de 32% e da batata-doce SP, não calibrada, em caixa, de 31%. A cotação da beringela SP, não calibrada, em caixa, registou uma descida de 22%, em resultado da menor procura e de uma oferta quase nula, mas de qualidade inferior. Por sua vez, a diminuição da procura, acompanhada por um ligeiro aumento da oferta, levou à descida das cotações do pimento verde SP, não calibrado, em palote, de 17% e do tomate “Cacho” SP, em caixa, de 12%, sendo que, neste último caso, a oferta se manteve elevada. Por fim, a cotação da alface frisada SP, categoria II, não calibrada, em caixa, diminuiu 11%, em consequência da menor procura e de uma oferta quase nula.
No Alentejo, área de mercado Odemira, o aumento de disponibilidade de produto, traduziu-se numa desvalorização da cotação da batata-doce SP, grado/médio, em saco de 20 kg, de 11%.

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Produtos Hortícolas – 28 de setembro a 04 de outubro de 2026















































