Modelo de negócio da cereja exige um plano estratégico

Modelo de negócio da cereja exige um plano estratégico

[Fonte: Voz do Campo]

No âmbito do Grupo Operacional da Cereja de Resende, vai decorrer amanhã (7 de dezembro) no auditório municipal de Resende, a sessão pública de apresentação dos resultados do primeiro ano de projeto.

Nesta sessão, que enquadra os trabalhos realizados para a promoção e divulgação deste produto, serão oradores, para além do presidente da Câmara Municipal de Resende, Manuel Trindade, representantes da UTAD, da Dolmen, assim como diversos produtores nacionais e internacionais.

Antes do debate e encerramento da sessão, José Martino, CEO da Ruris, empresa de desenvolvimento rural, irá abordar o tema “O modelo de negócio da cerejeira”, no contexto da região do Tâmega e Sousa.

Para José Martino, o potencial da cereja em Resende exige um plano de negócios que concilie as melhores práticas de um modelo técnico económico com as alterações climatéricas, as variedades do produto e as condições e exigências dos mercados.

É este plano estratégico que irá estar em debate em Resende, como forma de potencial o agroalimentar na região do Tâmega e Sousa.

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