LPN promove ciclo de debates “Floresta e Incêndios Florestais – Incertezas e Verdades”

[Fonte: Agricultura e Mar]

A LPN —  Liga para a Protecção da Natureza está a organizar um ciclo de debates intitulado “Floresta e Incêndios Florestais – Incertezas e Verdades”, a realizarem-se a 23 e 30 de Novembro e a 6 e 14 de Dezembro 2017, na Culturgest, em Lisboa.

Diz a organização dos ciclos que, em 2017, por “razões várias, algumas de natureza excepcional, os fogos florestais em Portugal atingiram níveis inimagináveis, em perdas e danos, incluindo humanas, desinquietando todos os portugueses para este recorrente e dramático problema.  Em cima dos acontecimentos muito se disse, escreveu e prescreveu sobre o tema. Muito se exigiu e muito se prometeu”.

A Liga para a Protecção da Natureza, passado o tempo de combate e de auxílio, entende “oportuno, nos termos da sua missão como associação cívica, de interesse público, debater as razões fundamentais e estruturais que estão na génese da recorrência dos fogos florestais mas também apontar vias e soluções para que a floresta portuguesa seja diferente, mais resiliente, mais sustentável e mais usufruída pela sociedade portuguesa convocando-a, simultaneamente, para um esforço mais solidário e activo para a sua protecção e valorização”, acrescenta a mesma fonte.

O debate de 23 de Novembro tem como tema “A Gestão Continua a ser a Melhor prevenção?”. A boa gestão florestal é apontada como a melhor prevenção para os riscos de incêndios. Por outro lado, ela é também a única forma de dar mais valor económico e ambiental à floresta. Este Verão muitas propriedades com boa gestão soçobraram aos fogos. Por que razão? Vale a pena gerir? Como? O que deverá ser feito de forma diferente?, questiona a LPN.

Recompor a floresta

Já a 30 de Novembro o tema é “Recompor a nossa Floresta. As Espécies Contam?”. Uma das questões mais repetidas na opinião pública foi o apontar recorrente dos eucaliptos, sobretudo, e dos pinheiros como uma das causas mais importantes dos fogos. Em contraponto muito se falou de “espécies autóctones”, “árvores bombeiras” e outras designações. Urge diversificar a nossa floresta por razões de valoração da riqueza ambiental e económica e também para minimizar riscos. Mas poder-se-á fazê-lo com base em preconceitos ou informação menos adequada? Que fazer? Como gerir expectativas e cuidar de rendimentos?

Pode consultar o programa completo do ciclo de debates aqui.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias através do email geral@lpn.pt ou do telefone 217 780 097.

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